GUIA SANTO AMARO |
 .: Santo Amaro da Imperatriz em um click :.

.................................................

Jeep Club

Águas Termais

Pontos Turísticos

.................................................
.................................................
.................................................
.................................................
.................................................
.................................................

Histórico

150 Anos

Cursos

Horários Missa

Cronograma Festas

Lista de Igrejas

Arquidiocese

Frei Hugolino

Contato

.................................................
.................................................

Rodeios

CTG's

Links

Áudio

.................................................


COLUNISTA


www.fabioturnes.com.br

Atualizada: 26-05-2010

______________________________________________________________________

Consumo e Sustentabilidade

Na semana passada (18 a 21 de maio) ocorreu em Florianópolis o X Congresso Brasileiro de Direito do Consumidor (www.brasilcon.org.br) e o tema central do debate foi garantir o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor e alertar a sociedade para questão da sustentabilidade ambiental.

Os tópicos em questão tocaram em pontos importantes, lembrando, aos presentes, que quanto maior o consumo maior o impacto ambiental, e, principalmente as pessoas com maior poder aquisitivo precisam ter noção disso, pois estas consomem mais, isso quer dizer que absorvem mais recursos da natureza.

Desse modo, caberia a elite mundial, principalmente as pessoas inseridas na classe média de todos os países, adotar a prática do consumo consciente. Pois, quanto maior a renda, maior o impacto na natureza para se produzir essa riqueza.

O grande dilema é como diminuir o consumo, em um mundo que adota como modelo econômico a produção do capital em função deste. Tanto que, quando há alguma crise financeira os governos estimulam a venda de mais produtos aos consumidores. Ex. redução de IPI para a venda de carros, eletrodomésticos, facilidades de financiamento, etc.

Por falar em financiamento, no Brasil, o dinheiro emprestado para o consumo corresponde a 50% de todo capital disponibilizado. A outra metade está distribuída entre indústrias, comércio, serviços, agricultores, estados e municípios, etc.

Ao mesmo tempo, não se pode perder de vista que o Brasil é um país subdesenvolvido e, milhares de brasileiros sequer tem condições de consumir o básico para sua dignidade. Poderia-se então impor limitações a essas pessoas mais humildes, que também desejam realizar seus sonhos de consumo, a fim de, garantir a sustentabilidade do Planeta sob a ótima da elite que esbanja bens materiais?

Se sustentabilidade é prioridade, por que o Governo não criar o imposto sobre grandes fortunas? Afetados os mais ricos, estes, por sua vez, diminuiriam seus padrões de consumo, passando a viver de forma mais humilde, e desse modo, economizando recursos ambientais.

Em outra ótica, há ainda obscuridades no discurso ambientalista. A sustentabilidade é importante para melhorar o local onde vivem os homens, mas estes não têm capacidade para destruir o planeta como se apregoa. Basta olhar a foto da Terra e observar os números: 70% dela é formada por água, e o homem se insere, junto com milhares de outros animais, nos 30% de terras restantes.

Nas terras do Planeta Terra, onde habitam os homens e outros animais, há de se descontar os desertos, montanhas, pântanos, geleiras... Por fim, chega-se ao ponto que o homem ocupa entre 10% e 15% do Planeta.

Outra questão é a falta de conhecimento sobre planetas: Quanto tempo vivem? Como se dá seu processo de transformação? Qual o papel do animal homem neste? Entre milhares de outras perguntas ainda sem respostas.

Enfim, levar às garantias de dignidade a pessoa humana a um grupo cada vez maior de pessoas, e não só as mais ricas, e, consumir os produtos de forma consciente (o consumo é emocional conforme estudos comportamentais), comprando quando necessário, e melhorando o seu ciclo de vida e descarte é o grande desafio para as próximas duas décadas, e que, exigirá dos jovens, estudo, disciplina e muita organização.

Fábio João Turnes
Dir. Executivo CDL/ACISAI

Sec. Municipal Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente

______________________________________________________________________

GOSTOU DA COLUNA?
MANDE UMA MENSAGEM PARA O COLUNISTA
Preencha o formulário abaixo

Nome:
E-mail:
Mensagem: