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COLUNISTA

Coluna atualizada 08/11/2011
_________________________________________________________________

IGREJA MATRIZ DE SANTO AMARO
FAZ 100 ANOS

1911 – 12 DE NOVEMBRO – 2011

 

Toni JOCHEM
Historiador

 

UMA HISTÓRIA CENTENÁRIA

          A Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz pode ser considerada uma das mais belas do Estado de Santa Catarina. Localizada na Grande Florianópolis e construída em estilo neo-gótico, sua edificação está completando um século de existência no próximo dia 12 de novembro de 2011. Sendo o maior ícone de Santo Amaro da Imperatriz, localizada sobre elegante colina no centro da cidade, suas imponentes obras, há cem anos, são motivos de orgulho, de dignidade e beleza arquitetônica.

          Abaixo, um pequeno texto evidenciando a presença histórica da mencionada Igreja Matriz e sua grande importância na vida social de Santo Amaro da Imperatriz. Para evidenciar a decisiva participação dos paroquianos durante os processos de construção e, posteriormente, sucessivas reformas de suas instalações físicas optamos por fazer constar em notas de ropadés – às vezes longas – os nomes dos respectivos benfeitores. Assim, fazer memória um século depois, também quer ser uma homenagem à tenacidade do braço forte de um povo valente que sob abnegados sacrifícios fez erguer a majestosa obra, símbolo maior de sua religiosidade. Durante a árdua fase da construção muitos não mediram esforços para ver o grande sonho coletivo realizado; assim:

 
“Uns ofereciam meios pecuniários, outros, arrostando as ardências do sol e a impertinência das chuvas hibernais, quebravam rochas vivas, amassavam a argila para pedras artificiais, outros ainda subiram às encostas íngremes das serras sombrias e cortaram a madeira de lei, carregando-a, dois a dois, aos ombros, para o teatro de sua atividade espantosa, à semelhança dos israelitas ao construírem o grandioso templo de Salomão”[1].

A NECESSIDADE DE UMA NOVA IGREJA

          Iniciava o ano de 1907. A segunda igreja de Santo Amaro – construída no período de 1853 a 1856, sob a coordenação do Pe. Macário César de Alexandria e Sousa –, já na primeira década do século XX, após servir por meio século à população local, achava-se com sua estrutura muito arruinada. Ameaçava ruir e, por isso, a comunidade deliberou por “desmanchar o corpo da velha matriz”[2] e articular a construção de uma nova igreja, mais ampla e sólida, capaz de atender às necessidades da comunidade católica local.

FREI JACÓ HÖFER: A ALMA DA NOVA CONSTRUÇÃO

          A fase inicial que viabilizou a construção da nova igreja foi a de planejamento, de elaboração do projeto arquitetônico e de coletas entre a comunidade[3]; nesse processo, o Pe. Frei Jacó Höfer tornou-se a alma do movimento pró-nova-matriz, enquanto Frei Ceslaus[4] esmerava-se na elaboração do seu projeto arquitetônico para o novo templo, cujas dimensões físicas viriam a compreender 48 metros de comprimento, 12,50 metros de altura e 17 metros de largura[5]. Já a segunda etapa caracterizou-se pelo próprio início das obras, datado de 22 de setembro de 1907, com o lançamento da pedra fundamental.

A PEDRA FUNDAMENTAL E O INÍCIO DAS OBRAS

          Em 19 de julho de 1907, o Pe. Frei Jacó Höfer escreve ao Governador do Bispado em Curitiba, detalhando sobre o início das obras, sobre a pedra fundamental e outros aspectos relacionados à construção da nova Igreja Matriz. Escreve o Pe. Frei Jacó:

 
“Com licença do Exmo. Sr. Bispo Dom Duarte, dada já há tempo, vai ser reconstruída a nossa Igreja Matriz, que se acha num estado muito arruinado. Mandar-lhe-emos nestes dias a planta da nova Matriz, que terá três naves, 30 metros (exceto o coro) de comprimento e 16-17 de largura. Com a benigna licença de V. Exa. Revma. terá lugar a colocação da pedra fundamental no dia 09 do mês de setembro e será desmanchado o corpo da velha Igreja no dia seguinte, isto é, no dia 10, ficando só em pé o coro atual que é novo ainda e que só precisa de uma modificação. Sendo o coro bem grande, continuará a servir para celebrar nele a missa na semana e nos domingos. (...). Sendo o nosso bom povo muito pobre, havemos de recorrer à generosidade do povo de outros lugares, e já temos pedido de V. Exa. licença para isso (...). Seria mais um favor, se V. Exa. nos autorizasse celebrar de vez em quando uma festa (...) em favor da Matriz em construção (...)”[6].

          As petições do Pe. Frei Jacó foram deferidas; mas, não se sabe por quais motivos, a data para a colocação e bênção da pedra fundamental foi adiada de 09 (segunda-feira) para 22 de setembro de 1907 (domingo). Para a solenidade, o Pe. Francisco Xavier Topp, Vigário da Paróquia do Desterro, deslocou-se, no dia 21 de setembro de 1907, para Santo Amaro, em nome da Autoridade Diocesana, a fim de, no dia seguinte, presidir aos atos litúrgicos da colocação e bênção da pedra fundamental da nova igreja:

 
“Apesar do mau tempo reinante, efetuou-se com toda solenidade possível, Domingo, dia 22 de setembro de 1907, a colocação da pedra fundamental da nova Igreja Matriz. Na véspera, dia 21, a comissão de recepção[7] (...) e mais trinta cavaleiros foram ao encontro do ilustre representante do Exmo. Sr. Governador do Estado, Sr. Tenente Euclides (de Castro); representante do Governador do Bispado, reverendo padre (Francisco Xavier) Topp – vigário de Florianópolis; Coronel Germano Wendhausen e o reverendo padre (Archangelo) Ganarini; Sr. Capitão Fernando Gil Born – Superintendente Municipal (de Palhoça) e Sra.; Sr. Tenente Domingos B. Valente e o Sr. Egydio Noceti (...)”[8].

          Ao se encontrar com os visitantes acima citados, José Chrysóstomo Koerig, membro da comissão de recepção, saudou-os em nome do povo santamarense[9]. Ato contínuo, formou-se um préstito até a sede da Freguesia. Lá, em frente à residência de Augusto Lehmkuhl, os visitantes eram esperados pelo Pe. Frei Jacó Höfer, pela Comissão Construtora[10] da igreja e pela banda musical santamarense “Força de Vontade”, além da população que se fazia presente em grande número[11]. Formou-se a procissão aos pés da colina, sobre a qual seria edificada a igreja. Para conduzir a pedra fundamental até o canteiro de obras, colocaram-na sobre um andor e a levaram para um altar provisório instalado no local da construção da nova matriz, “em companhia de grande massa popular”[12], sendo a solenidade presidida pelo Pe. Ganarini, ex-vigário paroquial de Santo Amaro[13].

          No dia seguinte, 22 de setembro de 1907, “houve missa solene às 9h, que foi celebrada (presidida) pelo Pe. (Francisco) Topp, que depois benzeu solenemente a pedra conforme o Ritual, assistindo a esse ato solene Padres Franciscanos, Senhoras Paraninfas, Senhores Paraninfos e os paroquianos de Santo Amaro”[14].  Abaixo, o teor da ata inserida na pedra fundamental:

 

“Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, 09 de setembro de 1907.

Ata da colocação da pedra fundamental da Nova Matriz desta Freguesia

No ano da Salvação – mil novecentos e sete, no dia 22 do mês de setembro; – descoberto o Brasil há quatrocentos e sete anos; – passados oitenta e cinco anos da proclamação da Independência do Brasil, e dezoito anos desde a proclamação da República Brasileira, oitenta e cinco anos desde a criação da Província do Estado Federal de Santa Catarina – na véspera de ser elevada à Categoria de Diocese o adiantado distrito estadual – sendo Papa Pio X (décimo), que desde mil novecentos e (ilegível) governa prosperamente a imortal Igreja de Jesus Cristo, e a quem deve a República o seu Primeiro Cardeal Dom Joaquim de Albuquerque Cavalcanti Arcoverde, atual Arcebispo da Capital Federal – Rio de Janeiro; – e Bispo Diocesano Dom Duarte Leopoldo e Silva, que exerce o seu alto encargo por intermédio do Revmo. Pe. João Borge Quintão, DD. Governador do Bispado de Curitiba; – e vigário desta Freguesia o Revmo. Pe. Frei Jerônimo Goldkuhle OFM; – Presidindo habilmente os altos destinos dos Estados Unidos do Brasil  o Exmo. Sr. Conselheiro Dr. Sousa Moreira Penna, e do futuroso Estado de Santa Catarina, o Exmo. Sr. Governador Coronel Gustavo Richard, que desde o fim do ano passado reside na Capital deste Estado Florianópolis – perpetrando o desenvolvimento do Distrito Estadual, já começado por seus DD. Antecessores; – ocupando  a Cadeira Presidencial do Congresso Estadual o Exmo. Coronel Antônio Pereira da Silva Oliveira, e a do Superior Tribunal do Estado o Exmo. Sr. Desembargador Dr. Pacheco Ávila; – Exercendo neste Município da Palhoça o encargo de Superintendente Municipal, o DD. Sr. Fernando Gil Born, Juiz de Direito o Exmo. Sr. Dr. Antônio Gomes Piamageme, estando presentes as Exmas. Sras. Paraninfas: Maria Koerich Born, esposa do Sr. Superintendente de Palhoça, Eugênia Valente, Maria Alves Noceti, representada por sua filha Odília, Luíza Fermina da Silva Ferreira, Guilhermina Schmitz, esposa de Pedro Schmitz, de Teresópolis, Christina Brüggemann.

Os Exmos. Srs. Eleitos Paraninfos: Coronel Germano Wendhausen, Coronel Antônio Lehmkuhl e José Chrysostomo Koerich.

Lançada com toda solenidade possível, e conforme o Ritual da Igreja Católica, a pedra fundamental da Matriz de Santo Amaro do Cubatão, Estado de Santa Catarina, pelo Revmo. Pe. Francisco Topp, D. Vigário de Florianópolis, acolitado pelos Revmos. Padres Xisto Meiwes, Libório Grewe, Jacob Höfer OFM, assistindo a este ato solene a maior parte dos paroquianos. E para constar lavrou-se esta ata, que vai ser incluída na pedra fundamental, ao lado do Evangelho da nave lateral e assinada. Encarregado do Governo do Bispado: Pe. Topp; Vigário da Freguesia: Gerônimo Goldkuhle OFM; Governador do Estado: Coronel Gustavo Richard, representado pelo Sr. Tenente Euclides”[15].

A OBRA É REALIZADA EM REGIME DE MUTIRÃO

          Para a construção da igreja, muitas localidades da região foram mobilizadas com o intuito de ajudar nas obras. E, em regime de mutirão, muitos colaboraram. Além da contribuição em dinheiro, a população auxiliou, gratuitamente, seja no transporte da cal de Palhoça para Santo Amaro, com doação de “carradas” de lenha, dias de serviço, doando madeira para a obra ou fornecendo a alimentação para os pedreiros. Entre as pessoas que contribuíram é possível citar Guilherme Broering, que cedeu uma parte de sua chácara para a instalação de uma olaria improvisada, na qual se fizeram os tijolos para a Igreja Matriz[16]. Ressaltamos que, em 17 de julho de 1907, a Comissão Construtora contratou Frederico Bilk, morador de Águas Mornas, para a fabricação de cem mil tijolos, que seriam empregados na construção da igreja. Cabia ao contratado

 
“aprontar cem mil tijolos no estado pronto a queimar, exigindo por cada mil tijolos 4$500 (quatro mil e quinhentos réis), ficando o Conselho da Igreja obrigado a entrar para este serviço (queima dos tijolos) com dois trabalhadores e uma junta de bois, enquanto for preciso”[17].

          Entre os carpinteiros estão João Harger e Leonardo Harger, e entre os pedreiros: Pedro Durieux, Marciano Serafim Souza[18].

          Durante os trabalhos de construção da nova igreja, que se deram no período de 1907 a 1911, os atos litúrgicos foram oficiados na igreja do convento dos franciscanos[19]. Esse período foi marcado por fatigantes labutas, empenho disponibilizado pela população local, considerando a escassez de meios financeiros e materiais, em vista das amplas dimensões físicas constantes no projeto arquitetônico da nova igreja. Mas as obras seguiram em ritmo tão acelerado quanto possível.

          Em 11 de dezembro de 1908, o Bispo Dom João Becker inicia visita pastoral à Paróquia Santo Amaro, ocasião em que visita o canteiro de obras da Igreja Matriz, deixando escrito o seguinte:

  “Visitamos a nova igreja em construção, que é não somente um atestado da viva fé que anima os habitantes de Santo Amaro, como também representa um esforço gigantesco do benemérito Frei Jacob”[20].

1910: TÉRMINO DA CONSTRUÇÃO DA TORRE

          Em setembro de 1910, foi terminada a construção da torre da igreja, na qual imediatamente se colocaram os respectivos sinos[21], um de grande e outro de pequeno porte, denominados, respectivamente, de “São Francisco e Santo Amaro” e “Santo Arcanjo”[22], citados no terceiro capítulo.

OS PREPARATIVOS PARA A INAUGURAÇÃO DA IGREJA

          Passado o árduo período de construção da igreja, “que se constitui uma mimosa e verdadeira catedral”[23], a comunidade não poupou esforços para os solenes festejos de sua inauguração. O célebre evento foi agendado para o dia 12 de novembro de 1911, um domingo.

          Apesar de o tempo estar desfavorável – chovia muito –, grande número de fiéis compareceu à solenidade, a qual foi presidida pelo Bispo Diocesano de Florianópolis, Dom João Becker. Para a sua recepção, no dia 11 de novembro, uma comitiva foi ao seu encontro em Palhoça[24]. Em Aririú, “a estrada se achava atapetada de flores e folhagens e cheia de palmiteiros aos lados”[25], local em que o bispo foi “surpreendido por mais de cem cavaleiros que, trazendo uns a bandeira nacional e outros a do pontífice”[26], externavam suas boas-vindas.

          Em Santo Amaro, uma multidão de cinco a seis mil pessoas aguardava a chegada do bispo: um esquadrão de cem cavaleiros airosos, alas de fiéis ajoelhados esperavam pela bênção episcopal. Os discursos de saudação, eloqüentes e calorosos, proferidos por Antônio Lehmkuhl e José Chrysóstomo Koerig, arrancaram aplausos e lágrimas de satisfação[27] da população. Na ocasião, José Koerig,

 
“num eloqüente discurso traduziu a alegria do povo naquele momento em que via coroados os esforços de quatro longos anos de trabalho incessante: a edificação do templo católico. Ressaltou também a têmpera progressista dos padres franciscanos e especialmente a persistência de Frei Jacó, a quem se deve o motivo daquela alegria”[28].

          A recepção propriamente dita teve lugar na igreja do convento dos franciscanos, onde foi aberta a visita pastoral. Lá, em nome dos paroquianos, o pároco Pe. Frei Meinrado Pierre, com “palavras buriladas e repletas de gratidão, externou o seu profundo reconhecimento”[29] ao bispo pelo apoio dele emanado durante a construção da igreja. Na ocasião, Dom João Becker qualificou a igreja “como um monumento edificado para a glória de Deus e testemunha perene da fé e do valor que salientam o povo santamarense entre seus coestaduanos”[30].

CHEGA O GRANDE DIA DA INAUGURAÇÃO

          Finalmente, chegou o dia da inauguração da nova igreja: domingo, 12 de novembro de 1911. “Amanhecera o dia chuvoso e triste... Entretanto, Santo Amaro tinha o aspecto festivo e alegre, tanto era o povo que afluíra de todas as habitações circunvizinhas”[31]. A Missa Pontifical de consagração, concelebrada por dez sacerdotes e presidida por Dom João Becker, teve início às 10h30min e foi cantada pelo “melodioso coro de Santo Amaro sob a direção de Frei Jacó”[32]. Na ocasião, Dom João Becker consagrou o altar[33] em honra a Santo Amaro e nele inseriu as relíquias dos Santos Mártires: Evaristo, Gaudêncio e Margarida. Concedeu indulgência de cinqüenta dias, na forma de costume da Igreja, a todos os que estavam presentes e a todos os que visitarem a Igreja Matriz na data do aniversário de sua consagração.

          O bispo destacou, ainda, a liderança e abnegação do Pe. Frei Jacó Höfer[34], que trabalhou com afinco, vencendo obstáculos, triunfando das imposições da pobreza e dos acidentes causados pelas intempéries. O Prelado Diocesano agradeceu também a decisiva participação da população local durante as obras, destacando o zelo dos fiéis para com os assuntos religiosos, dirigindo “uma notável oração às quatro mil pessoas que enchiam a igreja, demonstrando a grandeza do templo católico”[35]. Ato contínuo, na seqüência se congratularam “com o clero paroquial, o brioso povo santamarense, os dignos paraninfos, o honrado Sr. Governador e a todos os benfeitores da formosa igreja paroquial”[36]. De acordo com a imprensa, foi “grande, imponente e extraordinária a festa de inauguração da nova igreja de Santo Amaro”[37].

A INAUGURAÇÃO DA IGREJA REPERCUTIU NA IMPRENSA

          Sobre a nova Igreja Matriz, a imprensa publicou e o Livro do Tombo transcreveu o seguinte texto:

 
“O majestoso templo gótico levantado sobre elegante colina, pelo braço forte de um povo valente, atesta a influência e proclama os abnegados sacrifícios que a religião católica sabe inspirar. Durante quatro anos, esse pugilo de fiéis, orientado pela ação constante e abnegada de um humilde sacerdote que envergava o burel da ordem seráfica, trabalhou com afinco”[38].

          Sensação, na época, foi o visual proporcionado pelo telhado de cimento da igreja, pintado de vermelho, no qual constavam as letras, em grandes proporções, das iniciais do nome de Cristo.

          Quando dos festejos da inauguração, a obra foi elogiada em toda Santa Catarina e também em outros Estados da Federação, e mesmo na Alemanha, por suas grandes dimensões físicas e linhas arquitetônicas néo-góticas. Juntamente com o término da construção da igreja, o governo municipal de Palhoça determina obras básicas de infra-estrutura, viabilizando melhor acesso viário até à Igreja Matriz, realçando sua beleza arquitetônica e urbanizando seus arredores[39].

INAUGURADA A IGREJA: DÍVIDAS A PAGAR

          Terminada a construção e inaugurada a Igreja, fechado o balancete financeiro, “infelizmente ficou uma dívida de 10 contos, que após anos de sacrifícios e trabalho na sua construção, não será fácil para ser paga”[40]. Parte ds referidas dívidas foram pagas nos anos posteriores com recursos arrecadados de benfeitores nos anos de 1918[41] e 1919[42]. Em 1920, o autor do Livro de Crônicas faz constar que resta “ainda uma dívida de dois contos”[43].

O PÚLPITO E NOVAS BENFEITORIAS

          Para melhor equipar a Igreja Matriz, diversas atividades foram desenvolvidas pelos paroquianos em 1920, segundo o Livro do Tombo:

 
“Devido à generosidade do povo, pôde-se encomendar novas obras para a Matriz, por exemplo, o novo púlpito no estilo gótico, cujo preço foi pago pela Irmandade das Filhas de Maria. Por uma festa em honra a São Sebastião ganhou-se a quantia (...) com que vai se fazer mais dois altares laterais, no estilo gótico, um para Nossa Senhora do Rosário e outro para São Sebastião”[44].

          Em novembro de 1923, Bernardo Hensing doou nova Pia Batismal para a Igreja Matriz[45]. No decorrer dos anos, diversas benfeitorias se tornaram necessárias para proteger as estruturas físicas e revitalizar o prédio da igreja. Nesse contexto, aos 19 de julho de 1926, fazendo parte dos festejos do sétimo centenário da morte de São Francisco de Assis, iniciou-se a construção do paredão que lhe delimita o adro formando a Praça São Francisco[46]. Essa obra, projetada desde 1915, era necessária “pois as grandes chuvas pouco a pouco estavam descarnando os alicerces da matriz”[47], diz o autor do Livro do Tombo.

          Em janeiro de 1927, foi iniciada a pintura da Igreja Matriz, a qual foi inaugurada em 24 de dezembro do referido ano[48]. Entretanto, a pintura interna ficou pronta no dia 19 de outubro e, segundo o cronista da Residência dos Franciscanos, “atualmente (1927) é uma das mais belas Igrejas do Estado (de Santa Catarina)”[49]. Segundo o Livro do Tombo:

 
“Esta obra era imperiosa, porque desde muito tempo necessitava a nossa bela Matriz de uma limpeza geral. As obras da pintura, com o necessário material, andaime, conserto de paredes e janelas, foram contratadas com o Sr. José Dullinger. (...). Em fevereiro, foi retelhada a igreja; uma parte das telhas velhas foi substituída por novas”[50].

          Um ano mais tarde, 1928, foi substituído o parapeito do coro da Igreja. Sobre o assunto, o Livro do Tombo registra o seguinte:

 
“O pano sujo e estragado que servia de parapeito no coro foi substituído por um artístico parapeito de madeira, feito pelo carpinteiro-mestre Antônio Pitz[51], que executou também o belíssimo púlpito e demais obras de madeira que figuram na Igreja Matriz. Estas obras no coro foram finalizadas em dezembro do corrente ano (de 1928)”[52].

A INSTALAÇÃO DO RELÓGIO DA TORRE E MAIS BENFEITORIAS

          Em agosto de 1930, a Igreja Matriz adquiriu um relógio de torre do Convento Franciscano Santo Antônio, de Blumenau[53]. O citado relógio foi, nos meses subseqüentes, instalado na torre da Igreja Matriz de Santo Amaro, e sua inauguração ocorreu no dia 30 de novembro de 1930[54].

          Com o passar do tempo, o povo se mostrou sempre generoso e, por isso, em 1934, a Igreja Matriz recebia mais donativos. Trata-se de:

 
“1) – Uma caixa de vidro de cores (...) oferecido pela casa Hoepcke, em Florianópolis. 2) – Cinco bandeirolas de vidro em cores em cima das portas da matriz (...). Foram os respectivos benfeitores: Antônio Pitz, Henrique Becker, Estêvão Becker, Guilherme Hüntemann, Guilherme Besen, Angelino Zimmermann, José Vicente de Castro, João Meurer e Adão Justen. 3) – Um lindo tapete para o altar-mor (...) oferecido por José Matias Meurer, no dia em que completou 89 anos”[55].

JUBILEU DE PRATA DA IGREJA

          Passados 25 anos desde a inauguração, dessa, que foi a terceira igreja de Santo Amaro, com a presença de Dom Joaquim Domingues de Oliveira, em 12 de novembro de 1936, foi celebrado o jubileu de prata da Igreja Matriz[56].

NOVAS OBRAS SÃO REALIZADAS

          Em 1941, no dia 31 de março, o Frei Boaventura Hormuth, irmão franciscano, acabou uma obra importante e perigosa: o conserto da abóbada da igreja, pois em diversos lugares, mais ou menos dez, tinha caído o reboco, na extensão de mais de um metro quadrado[57]. E ainda no mencionado ano de 1941, os préstimos do Frei Boaventura Hormuth novamente se fizeram necessários; nos mês de junho, ele “fez uma reconstrução no telhado da igreja, que por um defeito em todo o seu redor, deixava penetrar a chuva nas paredes”[58]. Dois anos depois, em 1943, fez-se a calçada ao redor da igreja, protegendo, assim, da chuva, seus alicerces[59]. Ainda no mesmo ano, foi ladrilhada a igreja. A inauguração desses feitos se deu no domingo posterior à Páscoa, em 1944. Na ocasião, também foi inaugurada a substituição do assoalho do presbitério. De acordo com o Livro do Tombo,

 
“os ladrilhos foram encomendados em Blumenau, na fábrica do Sr. Werni Garni. Como a despesa era grande o Pe. Vigário viu-se obrigado a  visitar as famílias da paróquia, pedindo um adjutório (...). Nestas viagens, o Pe. Vigário foi sempre acompanhado pelo incansável Sr. Ernesto Pedro Rozar; o povo da paróquia contribuiu generosamente para o ladrilhamento da matriz”[60].

          Furadas pela ação do tempo, em 1945, foram removidas as telhas de cimento da Igreja Matriz, sendo substituídas por telhas de barro. Segundo o autor do Livro de Crônicas,

 
“começamos, aos 03 de dezembro (de 1945), a fazer o andaime para, em seguida, tirar as telhas velhas de cimento, em grande parte furadas, colocando telhas de barro, adquiridas na olaria de Leonel Marcelino Pereira, em Canelinha, município de Tijucas. A escolha foi feita pelo prático Sr. Antônio Pitz (...). Foi renovado bom número de sarrafos, e sobre as calhas velhas de zinco foram colocadas calhas novas de cobre”[61].

          Com finalidade de substituir o seu reboco[62], em julho de 1947, houve uma reforma na Igreja Matriz. E como todo feito nessa Igreja de Santo Amaro sempre merecia um ato público solene de divulgação de seu acabamento, em 05 de setembro de 1948, deu-se a inauguração daquela reforma, juntamente com a entrega do novo muro defronte à Matriz, onde foi instalado um cruzeiro[63].  O Livro do Tombo registra:

 
“A convite especial, veio a Santo Amaro o (...) Sr. Arcebispo Metropolitano, aos 05 de setembro (de 1948), a fim de inaugurar o novo reboco e a nova pintura da matriz, reforma essa iniciada em julho de 1947 e terminada no mesmo mês do corrente ano (julho de 1948). Veio mais para benzer o novo cruzeiro de cimento armado que encima o novo muro defronte à Matriz com seus oito globos luminosos. (...). Esse muro trouxe um considerável alargamento para a rua defronte à Matriz, possibilitando aos veículos com batizados e casamentos de darem folgadamente a volta, o que antes era impossível”[64].

MAIS REFORMAS NO PRÉDIO DA IGREJA

          Passados mais de dez anos, uma nova reforma se fazia necessária na Igreja Matriz a qual foi iniciada em 1959, dia 25 de agosto. Sobre o assunto consta no Livro do Tombo:

 
“Houve muita boa vontade por parte do povo em arranjar ripas, barris, areia, mão de obra. Tiramos o forro e colocamos um traço mais forte de cal, areia, cimento e cabelo. (...). Em começos de junho, terminamos os trabalhos de reforma. O pintor, Sr. Eugênio Spimer, de Blumenau, foi feliz na escolha das cores para a pintura interior. A barra foi revestida de eternit. Dois lustres grandes foram doados pelo Sr. Francisco Pedro Kuhnen e Senhora, e pela Srta. Maria Carolina Galotti Koehrig. A pintura exterior, como também do salão e barraca, por pintores santamarenses. O povo mostrou-se generoso, ajudando bem nos trabalhos de reforma”[65].

CELEBRAÇÕES DO JUBILEU DE OURO DA IGREJA

          Conforme traz o Livro do Tombo, no dia 12 de novembro de 1961, celebrou-se o jubileu de ouro de sagração da Igreja Matriz. Como naquele ano a região fora atingida por uma enchente no Rio Cubatão, as festividades ficaram mais restritas às cerimônias religiosas, visto que a população estava se recuperando dos prejuízos decorrentes da citada enchente.

 
“Por causa da enchente foi feito um programa bem modesto. As festividades foram quase exclusivamente religiosas. O altar estava belissimamente enfeitado, a imagem do altar-mor ganhou um novo báculo. Fizeram-se alguns melhoramentos: foi dada uma nova pintura com cimento no muro do adro, renovada a instalação da luz no muro de baixo, envernizados todos os bancos; o Sr. Prefeito Orlando Becker mandou calçar com paralelepípedos a subida ao lado do muro do cemitério”[66].

          Em 1969, a Igreja Matriz estava precisando de uma nova pintura pois sua conservação deixava a desejar. Foi quando a comunidade paroquial se mobilizou para esse novo empreendimento, que se concretizou no mesmo ano[67].

ANIMANDO A LITURGIA: AQUISIÇÃO DO ÓRGÃO MUSICAL

          Para animar os atos litúrgicos relacionados à parte musical, sob a coordenação do Pe. Frei Clemente Tambosi, auxiliado pela Irmã Ercília Tomasi, em 1966, foi realizada uma exaustiva campanha para a compra de um órgão. Segundo o Livro de Crônicas, “o instrumento é caro, mas necessário. Além disso, com uma igreja tão bonita, boa freqüência aos atos de culto, é justo e salutar que se providencie o quanto antes um órgão”[68]. Até a imprensa de Florianópolis tomou conhecimento da campanha e deu publicidade à mesma[69]. Como resultado da campanha realizada, em maio de 1973, a Igreja Matriz adquiriu o antigo órgão do ex-seminário franciscano São Luís de Tolosa, da cidade de Rio Negro, PR[70]. Efetuada a aquisição, o mesmo foi de lá transportado para Santo Amaro por Isidoro Turnes[71].

          Dando novo visual, em agosto de 1974, foi pavimentada, com mais de 12.000 lajotas, a praça da Igreja Matriz[72], hoje denominada Praça São Francisco de Assis.

A GRANDE REFORMA DA IGREJA MATRIZ

          Em 04 de julho de 1994, sob a iniciativa do então pároco Pe. Frei Tarcísio José Schuch e coordenação da Comissão Pró-Reforma[73], deu-se início à grande reforma e restauração do espaço físico da Igreja Matriz de Santo Amaro. Naquele dia, um mutirão de pessoas removeu os bancos e demais móveis da Igreja Matriz, equipando o Salão São Francisco, onde foi montada uma igreja provisória, para nela serem celebradas as missas enquanto durasse a respectiva reforma[74].

          Na seqüência, “deu-se início às campanhas para angariar fundos para o custeio da reforma. Iniciamos com a campanha da telha”[75]. Segundo o Livro de Crônicas, os paroquianos colaboraram satisfatoriamente com a parte financeira[76]. Em setembro de 1994, foi concluída a substituição do telhado da igreja e iniciado o serviço de drenagem das paredes externas, com a finalidade de eliminar focos de umidade, trabalho que foi orientado pelo arquiteto Gerhardt Yurk[77]. No mês seguinte, foi construída a calçada em torno da igreja[78].

           Segundo o Livro do Tombo, a comunidade estava motivada, “o que foi um grande incentivo para enfrentar a longa e grande reforma”[79]. Quase um ano após o seu início, o Livro do Tombo registra: “tem havido boa participação e colaboração da grande maioria dos paroquianos”[80] e, no final do ano de 1996, registra, ainda, que “toda a comunidade paroquial esteve envolvida desde o começo da reforma, colaborando ativamente”[81].

          Sobre o processo de reforma e restauração do espaço físico da Igreja Matriz, o Livro do Tombo registra:

 
“A maior reforma da Igreja Matriz teve início no ano de 1994. Há muito tempo sentia-se a necessidade urgente desta reforma e restauração, devido ao estado precário em que se encontrava a igreja, principalmente no seu interior. Após alguns meses de conscientização da comunidade paroquial, o Pároco Frei Tarcísio José Schuch fez a convocação oficial para a reforma. Inicialmente formou-se uma comissão para esta finalidade, composta de 45 casais, a qual, juntamente com o CAEP (Conselho de Assuntos Econômicos Paroquiais) e o Pároco, assumiu a coordenação desta tarefa. Desde o primeiro momento houve grande empolgação da maioria dos paroquianos, não faltando também os que se limitavam a críticas pessimistas. Vale frisar ainda que não havia dinheiro em caixa para esta finalidade, pois mal acabava a reforma da Casa Paroquial, que se encontrava em estado deplorável, conseqüentemente, teve-se um custo muito elevado com sua restauração. A reforma da Igreja Matriz teve início no dia 04 de julho de 1994. Desde então vinha-se trabalhando ininterruptamente para devolver a este monumento – em estilo neo-gótico – a sua dignidade e beleza que merece. A comissão pró-reforma, juntamente com a comunidade paroquial, assumiu esta tarefa com garra e entusiasmo, organizando campanhas e promoções diversas para angariar o dinheiro necessário para esta obra gigantesca. Houve gestos e experiências marcantes, desde o óbolo da pobre viúva até a contribuição do empresário. No decorrer dos seus 85 anos de existência, a Igreja Matriz de Santo Amaro passou por diversas reformas, a maioria delas bastante superficiais. Por isso, dessa vez, foi necessária uma reforma geral e completa, minuciosa e detalhada. Iniciamos pelo telhado, que foi totalmente revisado, tendo várias peças de madeira substituídas, bem como todas as suas 18.000 telhas francesas. Todo o reboco interno e toda a massa do estuque do teto foram substituídos; todas as portas e vitrais; toda a rede elétrica e hidráulica; todos os altares e bancos; o piso e todos os móveis da sacristia; o serviço de som, interno e externo, tudo foi renovado. Houve a restauração de várias peças antigas em madeira, artisticamente trabalhadas, entre as quais os quadros da Via-Sacra[82], o púlpito e a fachada do coro do órgão. O antigo relógio da torre, de procedência italiana, foi completamente restaurado e voltou novamente a indicar e a bater as horas para todo o centro da cidade. Esta restauração foi realizada pelo relojoeiro gaúcho, Sr. Guido Teobaldo Schwertnes. Houve também uma reforma geral, como nova e moderna instalação nos campanários e a aquisição de mais um sino[83]. Todos os sinos foram motorizados com toque automático. Na parte artística e decorativa houve a preocupação para não haver sobrecargas. Procurou-se dar um destaque decorativo discreto, desde o piso até o teto. A distribuição do piso da nave foi feita de forma alternativa entre granito e cerâmica, sendo que todo o piso do presbitério é de granito. Ao fundo do presbitério encontra-se a pintura de um enorme painel, em pintura abstrata e decorativa, contendo os elementos água, vento e fogo, que lembram o Espírito Santo. Esta pintura serve como elemento decorativo e pano de fundo para quatro grandes esculturas em madeira, a saber: a Cruz Central com a imagem do Cristo Crucificado[84], ladeada pela imagem de Nossa Senhora[85] e São João Apóstolo[86]. Acima da cruz, como ponto central, encontra-se a escultura da imagem do Espírito Santo[87]. O altar da celebração, o altar do Santíssimo Sacramento, juntamente com os ambões e o tabernáculo, trazem elementos decorativos em mosaicos. Nas paredes de fundo dos altares laterais, no batistério e na parede entre os dois confessionários também está prevista a execução de painéis artísticos em mosaicos, posteriormente. Os quatro vitrais do presbitério trazem alguns símbolos e os quatro Evangelistas. O sistema de iluminação do presbitério é por via indireta. Na nave da igreja encontram-se dez grandes luminárias, artisticamente trabalhadas em ferro, latão e vidro, em estilo gótico, contendo onze lâmpadas cada, suspensas entre os arcos das ogivas laterais. As paredes laterais foram revestidas com lambris de madeira nobre até a altura de 1,70m, contendo assentos em suas bases. Externamente houve vários retoques e acabamentos, principalmente nas colunas de sustentação das paredes, com a finalidade de dar mais realce ao estilo gótico do prédio. No final das paredes, abaixo da base do telhado, foi feita uma cinta de amarração em concreto em volta de todo o templo para evitar rachaduras nas paredes. Ao longo da estrutura do fundamento foi executado um sistema de drenagem para eliminar a infiltração da umidade nas paredes de tijolos maciços. Convém lembrar que todas as paredes da igreja são de tijolos maciços e pedras, desde os fundamentos até a torre, sem massa de cimento ou concreto armado. Toda a reforma teve o acompanhamento e a orientação do arquiteto Sr. Lorenz Johannes Hailmair e do engenheiro Sr. Gerhardt Yurk, bem como do Sr. Günter H. H. Korczorski, que elaboraram e acompanharam todos os projetos. Quanto custou a reforma? Esta é a pergunta que muitos fazem. Toda a reforma foi custeada pelo povo e patrocinadores especiais da comunidade paroquial de Santo Amaro. Não recebemos verbas de fora. Tudo veio do esforço e da contribuição dos paroquianos. Em toda a reforma foi gasto o valor de R$ 558.276,50 (quinhentos e cinqüenta e oito mil, duzentos e setenta e seis reais e cinqüenta centavos)”[88].

SOLENIDADE DE INAUGURAÇÃO, DEDICAÇÃO E RECONSAGRAÇÃO DA IGREJA

          A reforma e restauração pôde ser inaugurada em 30 de novembro de 1996[89], dois anos após ter sido iniciada, em cerimônia religiosa presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Eusébio Oscar Scheid.

 
“No dia 30 de novembro (1996), em grande concelebração, foi feita a solene dedicação e consagração da Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz, que passou por uma reforma ampla e completa. Presidida por Dom Eusébio Oscar Scheid, Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, a celebração durou mais de duas horas. Estiveram presentes os Meninos Cantores de Petrópolis (Canarinhos), e foi grande a participação dos fiéis”[90].

          O Livro do Tombo também registra a solenidade de inauguração, dedicação e reconsagração da Igreja, nestes termos:

 
“Aos trinta dias do mês de novembro de hum mil, novecentos e noventa e seis, (...), às 17h, teve início a solenidade de reinauguração e dedicação da Igreja Matriz de Santo Amaro. Com a presença do (...) Arcebispo Metropolitano de Florianópolis, Dom Eusébio Oscar Scheid, SCJ, do (...) Ministro Provincial da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, Pe. Frei Caetano Ferrari, OFM., do (...) Prefeito Municipal de Santo Amaro da Imperatriz, Sr. José Rodolfo Turnes, Prefeito Municipal de Águas Mornas, Sr. Lauri Thiesen, do (...) Pastor da Igreja Luterana, Mauros Werling, de inúmeros sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e grande multidão de fiéis leigos, teve início o rito de reinauguração da Igreja Matriz, que acabava de passar por uma reforma e restauração completas, obra esta que demorou dois anos e meio para ser concluída. A celebração teve início em frente à Igreja Matriz com a saudação do Pároco Frei Tarcísio José Schuch, seguida da execução do Hino Nacional e da Marcha Pontifícia, executados pela Banda de Música de Santo Amaro. Seguiu então a saudação do (...) Prefeito Municipal de Santo Amaro, José Rodolfo Turnes. Em seguida, o Pároco (...) fez um relato histórico da igreja e da reforma. Após a palavra do Pároco, foi feito o leilão da chave da porta central do templo. A porta foi aberta ao som dos sinos, da banda de música, de numerosos fogos de artifícios e dos aplausos da multidão presente. Dentro da igreja, o órgão soava em acordes solenes e festivos. Junto ao órgão encontrava-se o Coral dos Meninos Cantores de Petrópolis, RJ – os famosos Canarinhos – sob a regência do santamarense Frei José Luís Prim, OFM, Maestro Titular dos Canarinhos, que vieram abrilhantar esta solenidade com muita arte (...). Após toda a multidão ter se dirigido à Igreja, o (...) Arcebispo, Dom Eusébio Oscar Scheid, auxiliado pelo Ministro Provincial Frei Caetano Ferrari e pelo Pároco Frei Tarcísio José Schuch, deu início ao rito solene de dedicação da igreja e do altar, seguindo-se os ritos de praxe. Toda a celebração transcorreu dentro do espírito de muita fé, participação e emoção. Ao todo foram quatro horas e quinze minutos de celebração”[91].

          Em 08 de março de 1997, foi entregue parte do presbitério totalmente restaurado. Na cerimônia de inauguração, “foi feita a bênção do órgão e a bênção de duas grandes imagens, uma de Nossa Senhora aos pés da cruz e outra de São João (Apóstolo), também junto à cruz”[92].  Sobre o citado órgão musical, o Livro do Tombo fez constar:

 
“Durante a restauração da Igreja Matriz pensou-se também na reforma e ampliação do órgão. Sendo o antigo órgão muito pequeno para o porte e espaço desta Igreja, o Pároco Frei Tarcísio José Schuch entrou em contato com pessoas entendidas e especializadas no assunto para estudar a possibilidade de se ampliar e renovar completamente este instrumento tão útil e indispensável numa Igreja Matriz. Após vários estudos e contatos, Frei Tarcísio firmou contrato para a construção de um novo órgão, junto ao organeiro uruguaio, Sr. Sérgio Silvestri Budelli, no dia 01 de agosto de 1996. A construção do mecanismo do novo órgão teve início imediatamente, na cidade de Buenos Aires, na Argentina, na oficina do engenheiro e organeiro Sr. Sérgio Silvestri Budelli. Para a construção do novo órgão tomaram-se como base os 195 tubos do antigo órgão, de origem belgo-francesa, que fora instalado no Seminário Franciscano de Rio Negro, PR, no ano de 1924, pelo organeiro Frei Germano, um irmão franciscano procedente da Alemanha. Com o fechamento do Seminário de Rio Negro, esse órgão foi comprado da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil para a Igreja Matriz de Santo Amaro, em maio de 1973 (...). O novo órgão foi acrescido de outros tubos de procedência alemã, resultando assim um órgão de 417 tubos, distribuídos entre sete registros, contendo um teclado de 61 teclas, uma pedaleira de trinta teclas, pedal de comando da caixa expressiva e um trêmulo. Trata-se de um órgão mecânico, que, pelo seu sistema simples, mas resistente, torna-se menos exigente quanto à sua manutenção, além de oferecer vantagens ao organista quanto à execução de sons desejados, principalmente os ‘staccatos’. Quanto à parte sonora, tentou-se criar um equilíbrio entre os harmônicos básicos e o timbre próprio de cada registro. Além disso, o órgão foi projetado de tal forma em sua mecânica que possa ser ampliado no futuro, sem dificuldades, ou seja, acrescido de novos registros e mais um manual. (...). A etapa final da montagem do órgão dentro da Igreja teve início no dia 08 de fevereiro de 1997, estando ao encargo dos organeiros Sérgio Silvestri Budelli e Carlos A. Merlassino, auxiliados por Ricardo Aníbal Perez de Oliveira. A construção do móvel externo ficou ao encargo do marceneiro Jonas Lohn, de Santo Amaro, que também executou os demais trabalhos em madeira existentes na igreja. A bênção e inauguração do novo órgão aconteceram no dia 08 de março de 1997. (...). O concerto inaugural do órgão foi executado pelo organista titular do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Sr. Alexandre Rachid Júnior. Além dele tocaram também algumas peças o maestro titular do Coral dos Meninos Cantores de Petrópolis, Frei José Luís Prim, e Frei Odorico Durieux, de Blumenau”[93].

NOVAS IMAGENS SACRAS PARA A IGREJA MATRIZ

          Nas comemorações do sesquicentenário da Paróquia, adquiriu-se uma nova imagem do padroeiro Santo Amaro, a qual foi entronizada oficialmente no dia 17 de janeiro de 2004. A referida imagem foi confeccionada pelo escultor Godofredo Thaler, na cidade de Treze Tílias, e seu pagamento foi efetuado com o patrocínio dos paroquianos[94].

          Completando o conjunto das imagens sacras esculpidas em madeira, o casal Arlindo Antônio Goulart e Olindina Rosa Goulart encomendou e doou para a Igreja Matriz uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, com 1,80 m de altura, de autoria do escultor Godofredo Thaler, da cidade de Treze Tílias. A imagem foi entronizada oficialmente no dia 10 de outubro de 2004[95].

MAIOR ÍCONE DA CIDADE DE SANTO AMARO COMPLETA 100 ANOS

           Eis, portanto, um pequeno retrospecto histórico da agora centenária Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz. Terminamos esse artigo reiterando as ideias com as quais o iniciamos. Passado um século de sua sagração, ainda se pode continuar afirmando que a Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz, construída em estilo neo-gótico, pode ser considerada uma das mais belas do Estado de Santa Catarina. Sendo o maior ícone religioso da região, localizada sobre elegante colina no centro da cidade, suas imponentes obras e dimensões físicas são até hoje motivos de orgulho, de dignidade e beleza representada em suas linhas arquitetônicas.

          Do alto de sua torre a imagem do monge beneditino Santo Amaro – padroeiro da homônima paróquia e cidade – é testemunha ocular da ação destemida de um povo que há um século, sob a competente direção do Pe. Frei Jacó Höfer, venceu as imposições da pobreza e registrou para a posteridade a dimensão incomensurável de sua saliente religiosidade.


ASPECTOS FOTOGRÁFICOS


Placa comemorativa afixada no interior da Igreja Matriz de Santo Amaro contendo um resumo histórico evidenciando as etapas de sua construção. Fotografia de maio de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos externos da centenária Igreja Matriz de Santo Amaro. Fotografia de maio de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos externos do largo da centenária Igreja Matriz de Santo Amaro. Fotografia de março de 2011, por Toni Jochem.


Relógio da torre da centenária Igreja Matriz de Santo Amaro sendo nela instalado em 1930. Desde então, com raras exceções, indica e a bate as horas para todo o centro da cidade. Fotografia de março de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos externos da torre da Igreja Matriz de Santo Amaro. Fotografia de maio de 2011, por Toni Jochem.


Histórica imagem do monge beneditino Santo Amaro, padroeiro da homônima paróquia e cidade, do alto da torre da Igreja Matriz de Santo Amaro. Fotografia de maio de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos externos da Igreja Matriz de Santo Amaro vistos a partir do Conventinho do Espírito Santo. Fotografia de abril de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos do conjunto escultórico do presbitério da Igreja Matriz de Santo Amaro. Obra de autoria de Conrado Moser, de Treze Tílias-SC. Fotografia de maio de 2011, por Toni Jochem.


Aspectos internos da Igreja Matriz de Santo Amaro em dia de Festa do divino Espírito Santo. Fotografia de maio de 2010, por Toni Jochem.


Aspectos internos da Igreja Matriz de Santo Amaro com destaque para as luminárias, artisticamente trabalhadas em ferro, latão e vidro, em estilo gótico, suspensas entre os arcos das ogivas laterais. Fotografia de maio de 2010, por Toni Jochem.


Aspectos internos do coro da Igreja Matriz de Santo Amaro com destaque para o órgão inaugurado em 1997. Fotografia de maio de 2010, por Toni Jochem.


Aspectos da cidade de Santo Amaro da Imperatriz com destaque para a centenária Igreja Matriz. Fotografia de abril de 2011, por Toni Jochem.

 

BIBLIOGRAFIA

JOCHEM, Toni. Uma Caminhada de Fé: História da Paróquia Santo Amaro. Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas-SC. Santo Amaro da Imperatriz : Ed. do Autor, 2005.

 

ABREVIAÇÕES UTILIZADAS
AA = Arquivo do Autor.
APFICB =  Arquivo da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.
APSAI = Arquivo da Paróquia Santo Amaro da Imperatriz.
BPESC = Biblioteca Pública do Estado de Santa Catarina.
CAEP = Conselho de Assuntos Econômicos Paroquiais.
OFM = Ordem dos Frades Menores.
SCJ = Sagrado Coração de Jesus.

 

NOTAS DE FIM


[1] Jornal A Época. Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. Cf. também I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 91v-92. APSAI.

[2] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 84v. APSAI.

[3] Data de 13 de janeiro de 1907 a autorização de Dom Duarte Leopoldo e Silva, para “angariar esmolas para a construção da Matriz”. Cf. Pasta Santo Amaro. APFICB e APSAI. Procuradores de Donativos para a Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, em agosto de 1907: Adão Martendahl, Affonso Correia de Souza, Antônio Koerich, Augusto Lehmkuhl, Camillo Barbosa Valente, Bernardo Lehmkuhl, Cândido Borba, Clara Harth Cunha, Clemente Momm, Christiano Fraga, Francisco Duarte da Silva, Francisco Ignácio dos Santos, Gaspar Lorentino, Gregório Trierweiler, Gregório Vicente da Silva, Guilherme Broering, Guilherme Hüntemann, Joaquim Antônio dos Santos, Joaquim de Abreu, Joaquim Firmino, Joaquim João Galdino Duarte, João Caetano Cardozo, João Ferreira de Macedo, João Luiz da Silva, João José Luiz da Silva, João Meurer, João Schweitzer, Jorge Brüggemann, José Carlos da Silva, José Chrisóstomo Kerich, José Fernandes da Silva, José Klöppel Júnior, José Meurer, José Schmitt, Justino José de Pinho, Ladislau Leôncio Martins, Leopoldo Ferreira de Macedo, Lino Rolino, Manoel Coelho, Manoel Maurício, Manoel Reginaldo de Mello, Marcelino de Miranda, Mathias Weber, Moysés Coelho, Pedro Althoff, Pedro Kerich, Pedro Turnes, Serafim Freitas e Vicente Albino. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), pp. 1 a 16. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores da Sé da Freguesia, em agosto de 1907: (não cita nome) Lückmann, Alfredo Magno da S. Porto, Antônio Alexandre (não cita sobrenome), Aurora Alves de S. Nogueira, Bernardo Voges, Cândido de Souza Freitas, Catharina L. Broering, Domingos Ganarini, Firmino Duarte da Silva, João Brasileiro, João Harger, João José Cordeiro, João Kuhnen, Joaquina Pretz, Jovenalda Silva Porto, Leonardo Harger, Luiz Rodrigues, Luiza Fermina Ferreira, Major Soares (não cita nome), Marciano Serafim Souza, Margarida Goedert, Maria Constância, Mathias Weber, Pedro Durieux, Pedro Jorge (não cita sobrenome), Pedro Müller, Pedro Rudolpho (não cita sobrenome), Reinoldo Klasen, Vergilino Coelho, Vidal (não cita sobrenome), Virgílio (não cita sobrenome) e Viúva de Bernardo Voges. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 2. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores do Quarteirão Cova da Onça, em agosto de 1907: Adão Martendahl, Alberto Martins, Alfredo Manoel da Silva, Amâncio João Mariano Porto, Amândio Mariano Porto, Amaro José Fraga, Antônio Domingos Fraga, Antônio João Goulart, Belmiro Cândido Reginaldo, Cândido Reginaldo de Mello, Cristóvão Fraga, Domingos Cândido Reginaldo, Domingos Luiz Coelho, Firmino Fernandes Luiz, Francisco Fraga, Francisco Joaquim da Silva, Francisco José Martins, Francisco Reginaldo, Gaspar Bernardino da Silva, Generoso Cândido Reginaldo, Jacob Klein, João José Fraga, João Manoel da Silva, João Reginaldo, João Thomaz Ventura, João Vieira da Rosa Reginaldo, Joaquim Reginaldo, Joaquina Rosa de Jesus, José Amaro Mariano Porto, José Domingos Coelho, José Hames, José João Reginaldo, José Manoel da Silva, José Moysés Coelho, Juvêncio Thomaz Ventura, Luiz Mariano (não cita sobrenome), Manoel Domingos Fraga, Manoel José de Fraga, Manoel Laurindo de Medeiros, Manoel Reginaldo de Mello, Martinho Francisco da Rosa, Miguel Fraga, Manoel Cândido Reginaldo, Moysés Coelho, Serafim Fraga e Severiano Sant’Ana. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), pp. 4 e 5. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores do Quarteirão da Varginha, em agosto de 1907: André Lohn, Antônio José Coelho, Antônio Vieira, Augusto Juvêncio de Assunção, Bernardo Lohn, Cândido José Coelho, Cândido Martins, Clemente Ferreira de Macedo, Clemente Momm, Crescêncio Vicente Coelho, Domingos Vicente de Castro, Elias José Coelho, Fernando Luiz (não cita sobrenome), Firmino Fernando Luiz (não cita sobrenome), Firmino Manoel Felisbino, Francelino José de Pinho, Francisco Domingos Martins, Francisco Inácio dos Santos, Francisco Vieira da Roza, Generosa Manoel Felisbino, Hortêncio Vicente de Castro, Idalino Manoel Vieira, Ignácio Ventura dos Santos, João Ferreira Vicente de Castro, João José Luiz da Silva, João Martins de Lima, João Meurer, João Serafim da Silva, João Vicente Coelho, João Vieira, João Vieira da Roza, Joaquim Francisco da Roza, Joaquim João Luiz da Silva, Joaquim José Ventura, Joaquim Vicente Coelho, José Bernardino da Silva, José Cândido Coelho, José Cândido Luiz da Silva, José Cardozo, José Carlos da Silva, José Coelho, José Faria, José Fernandes da Silva, José João Coelho, José Justino de Pinho, José Manoel da Roza, José Manoel, Felisbino, José Manoel Lohn, José Maria Ventura, José Martiniano de Faria, José Martins de Lima, José Meurer, José Ventura, José Vicente de Castro, José Vieira da Roza, Justino José de Pinho, Juvêncio de Castro, Leopoldo João Schmitt, Lino José de Pinho, Luiza Balbina de Jesus, Manoel Francisco da Rosa, Manoel Francisco Inácio, Manoel José de Borba, Manoel Luiz da Silva, Manoel Serafim Freitas, Manoel Vieira da Roza, Marcolino Joaquim de Coelho, Martinho Vieira da Roza, Pedro Fermiano de Assunção, Phelippe Ventura dos Santos, Roberto Westphal, Serafim Freitas, Vicente Bernardino da Silva e Vicente Fermiano de Souza. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), pp. 6, 7 e 8. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores de Caldas da Imperatriz, em agosto de 1907: Alvaristo Cordeiro, Amaro Joaquim de Abreu, Ângelo de Campos, Antônio Moysés, Bernardino Joaquim de Abreu, Estêvão Francisco Antônio da Silva, Francisco Antônio da Silva, Francisco Vicente da Silva, Gaspar Lino Soares, Gregório Vicente Silva, Honorato Lourenço de Medeiros, João Claudino (não cita sobrenome), João Francisco Cardozo, João Francisco de Abreu, João Maria de Souza, João Maria Maciel, João Mariano de Medeiros, Joaquim Antônio dos Santos, Joaquim Claudino (não cita sobrenome), Joaquim Firmino, Joaquim Mathias (não cita sobrenome), José Joaquim de Abreu, José Pedro d’Espíndola, José Thomé Gonçalves, Lino Rolino, Manoel Hortêncio Pereira, Manoel Ignácio Leal, Manoel José de Mattos, Paulo de Abreu, Ricardo Francisco de Abreu, Vergílio de Abreu e Zeferino Feliciano Thomaz. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 9. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores de Poço Fundo, em agosto de 1907: Camilo Barbosa Valente, João Camilo, João Câncio de Medeiros, Joaquim Claudino, Ladislau Leôncio Martins, Pedro Koerich e Puafoio Rolino. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 10. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores da Rua de São João, em agosto de 1907: Adão Antônio da Silva, Armando José Coelho, Caetano João Cardozo, Firmina Ferreira de Macedo, Gaspar de Abreu, Ignácio (não cita sobrenome), João Caetano Cardozo, João Ferreira de Macedo, Joaquim de Abreu, José Caetano, José de Souza Freitas Gracia (SIC), José Ferreira de Macedo, José Francisco Coelho, José Miguel dos Santos, Leopoldo Ferreira de Macedo, Manoel Ferreira de Macedo, Manoel Ferreira Maciel, Marcílio Ignácio de Jesus, Thomaz Fernandes d’Aquino e Thomaz Silveira de Mattos. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 11. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores do Sul do Rio, em agosto de 1907: Adriano José do Nascimento, Anthero Silvestre de Souza, Bernardo Hemsing, Bernardo Lehmkuhl, Cândido Teixeira, Domingos Felippe de Souza, Emmanuel Rachadel, Guilherme Hüntemann, João Gaudino Duarte, Jorge Brüggemann, José Albino Sima, José Anthero, José Klöppel, José Schmitt, Manoel Salasário, Mathias Schwinden, Pedro Turnes e Pedro Turnes Júnior. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), pp. 13 e 14. APSAI. Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro, moradores do Sertão, em agosto de 1907: Affonso Correia de Souza, Antônio João da Luz, Bernardo Sperfeld, Francisco Antônio de Borba, Francisco Fernandes da Silva, Francisco Marcellino, Gaspar Lorentino, João Lorentino Rodrigues, João Müller, João Vicente da Luz, José Klöppel Júnior, Leodário Tavares, Lisinando (não cita sobrenome), Lúcio Flores de Freitas, Manoel de Souza, Manoel Emiliano Martins, Manoel Maurício, Marcelino de Miranda, Modesto Flores de Freitas e Vicente Albino. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 16. APSAI. Foram procuradores para arrecadar recursos financeiros em Palhoça, São José, Estreito, Biguaçu e Angelina os senhores: Antônio Kerich, Gregório Trierweiler, Francisco Duarte da Silva, João Schweitzer e Augusto Lehmkuhl. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 1. APSAI.

[4] Cf. SINZIG, Frei Pedro. “Santo Amaro do Cubatão”. In: Jahrbuch der Südbrasilianischen Franziskanerprovinz von der Unbefleckten Empfängnis, de 1913 e 1914, pp. 196-199. Não foi possível localizar mais informações sobre o citado Frei Ceslaus, por isso escrevemos ao Frei Clarêncio Neotti, OFM, grande conhecedor da história dos franciscanos. Ele nos respondeu, em 13 de outubro de 2004, afirmando: “Frei Vinzenz não consta na lista dos Frades falecidos como membros de nossa Província (Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil). Tivemos vários Irmãos leigos arquitetos, construtores e talhadores profissionais que antes de entrarem na Ordem vieram, da Alemanha, como missionários ao Brasil. Alguns deles vieram já com a intenção de ficar por algum tempo. É provável que Ceslau ou Ceslaus tenha sido um que tenha voltado à Alemanha. Consultei dois confrades velhos (um de 94 anos – Frei Taciano – e outro de 84 – Frei Olavo, que foi arquivista da Província) e nenhum dos dois (...) ouviu falar desse Irmão Ceslaus. (...). Leve também em conta a possibilidade de eles, sendo irmãos, terem voltado ao século. Se não constar entre os seus mortos nos arquivos da Província alemã, você poderá ter quase certeza de sua saída da Ordem. Atenciosamente, Frei Clarêncio”.   

[5] SINZIG, Frei Pedro. “Santo Amaro do Cubatão”. In: Jahrbuch der Südbrasilianischen Franziskanerprovinz von der Unbefleckten Empfängnis, de 1913 e 1914, pp. 196-199.

[6] Fonte: Pasta Santo Amaro. APFICB e APSAI.

[7] A comissão de recepção era composta pelos seguintes senhores: Coronel Antônio Lehmkuhl, José Chrysóstomo Koerig e Ângelo Francisco de Campos.

[8] Jornal O Dia, Florianópolis, Ano VII, nº 1.979, de 02/10/1907, p. 3. BPESC. I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 84, APSAI.

[9] Nessa época, em 1907, o Distrito de Santo Amaro era integrado pelas seguintes localidades, além da sede: Águas Mornas, Braço São João, Caldas da Imperatriz, Cova da Onça, Cubatão, Fazenda do Sacramento, Morro do Gato, Pagará do Sul, Pinheiros, Poço Fundo, Sul do Rio, Sertão do Espíndola, Taquara, Vargem do Braço e Varginha.

[10] Integravam a Comissão Construtora da Igreja: Pe. Frei Jacob Höfer – Presidente; Augusto Antônio Lehmkuhl – Tesoureiro; Cândido Antônio de Borba, Pedro Althoff e (nome ilegível). APSAI.

[11] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 84. APSAI.

[12] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 84v. APSAI.

[13] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 84. APSAI.

[14] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 84v. APSAI.

[15] Fonte: Pasta Santo Amaro. APFICB e APSAI.

[16] Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 1. APSAI.

[17] Contrato para a fabricação de tijolos. APSAI.

[18] Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 2. APSAI.

[19] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 91v. APSAI.

[20] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 88v. APSAI.

[21] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 91v. APSAI.

[22] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 39 e 42. APSAI.

[23] LOPES, José Lupércio. Palhoça e sua Vida Religiosa. Palhoça, 1948, obra inédita, p. 81.

[24] A Comissão de Recepção compunha-se por: Antônio Lehmkuhl, João José Cordeiro, Manoel Philippi e Pedro Althoff. I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 93. I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI. Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC. Cf. também Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, de 04/11/1911, p. 3. BPESC.

[25] Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC, e I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 93-93v. APSAI.

[26] Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, de 04/11/1911, p. 3. BPESC. Cf. também Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC, e I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 93-93v. APSAI. Essa recepção foi comandada por: Frederico Broering, Pedro Gerent, Jacob Philippi, João Galdino Duarte, Camilo Valente, Antônio H. Lehmkuhl, João Feigel e Alfredo Magno Porto. I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI. Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC.

[27] Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. Cf. também I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 92-92v.

[28] Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI.

[29] Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. Cf. também I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 92v. APSAI.

[30] Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. Cf. também I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, p. 92v. APSAI.

[31] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI. Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.969, de 17/11/1911, p. 1. BPESC. Cf. também GOEDERT, Luiz Carlos.  “Construção da Igreja de Santo Amaro completa 90 Anos”. Jornal O REGIONAL, Santo Amaro da Imperatriz, de 16 a 22 de novembro de 2001, Ano XIII, nº 600, pp. 8 e 9.

[32] Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.969, de 17/11/1911, p. 1. BPESC. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI. O citado jornal, O Dia, afirma que a missa de inauguração foi realizada às 11h30min. Optamos pela informação fornecida pelo Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, de 04/11/1911, p. 3. BPESC, que afirma que a missa foi realizada a partir das 10h30min, por considerarmos o horário mais propício para tal.

[33] Interessante observar, como vimos, que na ocasião Dom João Becker consagrou o altar em honra a Santo Amaro. Não se tem certeza se trata de um altar novo confeccionado especialmente para as solenidades de sagração da igreja. Sabe-se que, a Paróquia Santo Amaro demandou pelos serviços profissionais de João Kuhn, “em tal volume, justificando sua mudança com a esposa, para aquela cidade, enquanto executava sua paciente arte”. João Kuhn aperfeiçoou-se em entalhe artístico em madeira o que o tornou “reconhecido artesão produtor de altares de fina arte, entalhados em cedro, conservados até os dias atuais em várias igrejas da região”. João Kuhn morou em Santo Amaro até 1913. Assim, tudo indica que o altar-mor da Igreja de Santo Amaro existente até a grande reforma iniciada em 1994 seja de sua autoria. Mais informações: SCHMITT, Francisco. Vidas Contadas A Partir do Berço. S/L: Edição do Autor, 2011, pp. 459ss.

[34] Frei Jacó Höfer foi um grande construtor de igrejas: quatro no Brasil e uma na Alemanha. Sua primeira igreja construída no Brasil foi a de Santo Amaro. A segunda igreja construída por Frei Jacó foi a matriz da cidade de Palmas, PR, e a terceira foi a de Porto União, SC. A quarta igreja, não em sentido cronológico, foi a do Bingen, em Petrópolis, RJ, cuja construção Frei Jacó comandou logo no início de suas atividades sacerdotais, em 1901. Sobre a igreja construída por Frei Jacó na Alemanha, não temos notícia. Cf. “Necrológio de Frei Jacó Höfer”, in Vida Franciscana, São Paulo, Ano XXIV (XLIV), junho de 1967, nº 34, pp. 66-72. APFICB.

[35] I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 92v-93. APSAI.

[36] Jornal A Época, Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 92v-93. APSAI. BPESC. Veja também Jornal O Dia, Florianópolis, de 17 de novembro de 1911, p. 1. BPESC. Foram paraninfas da sagração da igreja: Tereza Ramos – esposa do governador do Estado, que se fez representar pela senhorita Maria Wendhausen; as senhoras: do Major José Costa, do Dr. Pedro Alessandrino, de Camilo Valente, de Germano Justen, de Bernardino Vaz. Paraninfos: Dr. Abdon Baptista – sendo representado pelo Dr. Thiago da Fonseca –, Cel. Raulino Horn, Cel. André Wendhausen, Eduardo Horn, Cap. João Grumiché, Antônio Augusto Lehmkuhl, Cel. Albuquerque, Major José Serafim Antunes, Benjamim Galotti, Gregório Philippi e José Meurer.

[37] Jornal O Dia, Florianópolis, Ano XI, nº 4.968, de 15/11/1911, p. 1. BPESC. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 87. APSAI.  Cf. ainda Crônica da Província Imaculada Conceição do Brasil Meridional (.......-.......), pp. 214-215. APFICB.

[38] Jornal A Época. Florianópolis, Ano II, nº 3, de 18/11/1911, p. 2. BPESC. Cf. também I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 91v-92. APSAI.

[39] Cf. Lei nº 180, da Prefeitura Municipal de Palhoça, datada de 26 de setembro de 1911, a qual em seu Artigo 1º assim dispõe: “Fica o poder executivo autorizado a despender a importância necessária para a desapropriação e abertura de uma rua na sede do Distrito de Santo Amaro do Cubatão, partindo da estrada geral à rua da matriz, do lado oeste, passando pela frente da mesma matriz”. A Lei nº 197, da mesma Prefeitura, datada de 24 de junho de 1912, aborda o mesmo assunto, ampliando as benfeitorias, referente às vias públicas, já implantadas. Coleção de Leis de Município de Palhoça sancionadas em 1911 e 1912. Florianópolis: Tip. Gutenberg, 1913, respectivamente, p. 23 e p. 82.

[40] SINZIG, Pedro. Anuário da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil (1913-1914).

[41] Relação dos Benfeitores da Igreja Matriz de Santo Amaro em 1918: (ilegível) Camillo, (não cita nome) Kühlkamp, Adão Schmitt, Ângelo Campos, Antônio Domingos da Silva, Antônio Domingues da Silva, Jacob Klein, Antônio Kerig (Koerig?), Antônio Pitz, Apostolado da Oração, Arcendino Coelho, Aureliano Coelho, Bernardo Hemsing, Cândido Borba, Carlos Broering, Carlos Leal da Cunha, Carlos Sell, Catharina Lehmkuhl, Catharina Schmitz, Cecília F. Macedo, Clemente Momm, Congregados, Constância (não cita sobrenome), Domingos Borba Valente, Durval F. Macedo, Elis. Lückmann, Elis Santana, Ema Harger, Filhas de Maria, Francisca Campos, Francisca Maria Cunha, Francisco Assis Bezil, Francisco Bezil, Francisco Campos, Francisco Manoel Cunha, Francisco Silveira de Mattos, Francisco Turnes, Frederico Broering, Germano Justen, Germano Voges, Gregório Trierweiler, Guilherme Hüntemann, Henrique Becker, Henrique Broering, Henrique Brüggemann, Jacó Beretta, João (não cita sobrenome), João (sobrenome ilegível), João Bezil, João Meurer, João Schweitzer, João Turnes, João Vaz, João Venâncio, Joaquim (não cita sobrenome), Jorge Brüggemann, Jorge Nicolau (não cita sobrenome), José Amaro da Rosa, José Antônio dos Santos, José Crisóstomo Kerig, José Cunha, José Fernandes, José Ferreira, José Gerent, José João Pedro Meurer, José Krebs, José Kuhnen, José Luiz Freitas, José Maria (não cita sobrenome), José Meurer, José Pedro da Silva, José Pedro Meurer, José Souza, José Souza Freitas, José Stein, José Turnes, Lino Kerig, Lisbet (sobrenome ilegível), Luiz Paulino, Manoel Abreu, Manoel Alves, Manoel Felisbino, Manoel M. Cunha, Manoel Marcos Cunha, Manoel Philippi, Maria Gesser, Maria Hinkel, Mário Gesser, Mathias Meurer, Mathias Prim, Mathias Schmitt, Mathias Schwinden, Nicolau Kretzer, Ordem Franciscana Secular, Pedro Althoff, Pedro Becker, Pedro Durieux, Pedro Rech, Pedro Schwinden, Pedro Turnes, População de Vargem Grande, Rosélia Campos, Thomas Camillo, União Popular, Verônica Mattos e Viúva de Manoel Vieira. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 16v, 17 e uma folha avulsa. APSAI.

[42] Benfeitores da Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz em 1919: (ilegível) Rech, (não cita nome) Hahn, Adão Justen, Alfredo Porto, Amaro Abreu, Ana Maria Momm, Ana Ramos, André João Vicente, André Lohn, Antônio (não cita sobrenome), Antônio (sobrenome ilegível), Antônio Domingos Silva, Antônio Kerig, Antônio Lehmkuhl, Antônio Miguel Koerig, Antônio Momm, Antônio Pitz, Archanjo Vieira, Augusto (não cita sobrenome), Augusto Althoff, Augusto Brüggemann, Augusto João Dias, Augusto Mohr, Augusto Schmitt, Bernardo Hemsing, Bernardo Hüntemann, Bernardo Lohn, Caetana Vieira, Caetano Manoel Berns (?), Cândido Francisco Martins, Cândido Freitas, Carl Meurer, Carl Sell, Carlos Leal da Cunha, Carlos Meurer, Carlos Thiesen, Carlotta Klöppel, Catarina Schmitz, Catharina Gesser, Catharina Hillesheim, Catharina Lehmkuhl, Catharina Schmitz, Cecília (não cita sobrenome), Célio Ferraz, Christ. Turnes, Clemente Kuhnen, Clemente Momm, Constâncio Souza, Dois Colonos de Braço do Norte, Domingos B. Valente, Engelberto Kerig, F. (não cita nome) Broering, Florência Ferreira Cunha, Francelino José de Pinho, Francisco da Cunha Campos, Francisco Ferreira da Cunha, Francisco José Garcia, Francisco Mariano de Souza, Francisco Turnes, Francisco Vieira, Franz Knies, Franz Kuhnen, Fridolino Broering, Gerard Jaspert, Gerônimo Gomes, Gregório Lapa, Gregório Trierweiler, Guilherme Besen, Guilherme Buesa (?), Guilherme Meurer, Guilherme Momm, Henrique Becker, Henrique Kuhnen, Henrique Neckel, Isabel Kirchner, Isabel Vieira, Jacó Barreto, Januária (não cita sobrenome), João Augustinho (não cita sobrenome), João Caetano, João Camillo, João Duarte, João Francisco Campos, João Fortunato, João Furtado, João Gorges, João José Punguetinho (?), João Lohn, João Meurer, João Prim, João Schweitzer, João Turnes, João Vanuzi, Manoel (não cita sobrenome), João Vass, João Vicente, Jorge Brüggemann, Jorge José (não cita sobrenome), Jorge Nicolau (não cita sobrenome), José Antônio (não cita sobrenome), José B. Ramos, José B. Silva, José Bernardo Silva, José Brück, José Crisóstomo Kerig, José Fernando (não cita sobrenome), José Ferreira da Cunha, José Ferreira, Elisa (não cita sobrenome), José Gerent, José João Pedro Meurer, José Knies, José Lino (não cita sobrenome), José Manoel (não cita sobrenome), José Meurer, José Momm (?), José Prim, José Thiesen, José Turnes, Josino Leal Cunha, Leocádia Duarte da Silva, Leonel (?) Thiesen, Leopoldo Brüggemann, Leopoldo Meurer, Leopoldo Seemann, Leopoldo W. (não cita sobrenome), Lino Kerig, Luiz Paulino (não cita sobrenome), Luiza (não cita sobrenome), Luize (?) Kerig, Lurdes Martins, Lydia Meurer, Manoel Ferreira, Manoel Philippi, Manoel Serafim, Manoel Wagner, Margareta Meurer, Maria Amância Mello, Maria Anna Momm, Maria Gesser, Maria Meurer, Maria Momm, Maria Teresa de Souza (?), Maria Turnes, Maria Vinha (?) Goulart, Maria Viúva de Elói, Martin Francisco Rosa, Mathias Meurer, Mathias Schwinden, Mathias Thiesen, Merg. Trierweiler, Mina Meurer, Nicolau Amaro Abreu, Nicolau Longen, Oliva Maria Francisca, Onofre Soares, Otto Herzmann, Paulo Afonso de Souza, Pedro (não cita sobrenome), Pedro Albino (não cita sobrenome), Pedro Becker, Pedro Dureux, Pedro Freitas, Pedro Gerent, Pedro Joh. Junckes, Pedro Kuhnen Júnior, Pedro Kuhnen, Pedro Meurer, Pedro Schwinden, Pedro Turnes, Rodolfo Horstmann, Rosa de Olinda (não cita sobrenome), Rosália Kuhnen, Semira Francisca Silva, Senhorinha Vieira, Simão José Meurer, Thereza Kuhnen, Verônica Cardoso, Verônica Rech, Vicente André Lohn, Vicenza (?) (não cita sobrenome), Viúva Kirchner e Viúva Gesser. Fonte: Livro de Registro dos Benfeitores da Construção da Igreja Matriz de Santo Amaro (1907-1919), p. 17v, 18 e folha avulsa. APSAI. 

[43] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 30. APSAI.

[44] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 71. APSAI. O púlpito e, acreditamos, os citados altares laterais foram construídos por Antônio Pitz que, segundo o Livro do Tombo, “executou também o belíssimo púlpito e demais obras de madeira que figuram na Igreja Matriz”. Cf. II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 29. APSAI.

[45] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 16. APSAI.

[46] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 20. APSAI. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, pp. 58 e 60. APSAI.

[47] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, pp. 20 e 20v. APSAI.

[48] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 23v. APSAI.

[49] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 62. APSAI.

[50] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 22. APSAI. Apesar de o contrato de execução das obras ter sido feito com José Dullinger, tudo indica que foram executadas por Sebastião de Souza e por Antônio Pitz. Cf. II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 23v. APSAI. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, pp. 61 e 65. APSAI.

[51] Antônio Pitz (1886-1963) era filho de João Pitz (1861-1899) e de Maria Pitz, neto de Michael Pitz (Filho), que, por sua vez, veio da Alemanha com a família, em 1828. João casou-se, no Louro, em Antônio Carlos. Após o falecimento de João, sua esposa mudou-se para o Vale do Itajaí, provavelmente Blumenau ou Gaspar, com os filhos. Um deles, Antônio, depois de um período no Seminário Franciscano, em Blumenau, onde aprendeu a marcenaria, mudou-se para a região de Santo Amaro da Imperatriz, com o objetivo de construir altares para igrejas. Em Santo Amaro, fixou residência na localidade de Varginha. Lá, veio a conhecer Plautilla Schmidt que morava em Barro Branco, hoje, Município de São Pedro de Alcântara, SC, com quem veio a contrair matrimônio em 03 de outubro de 1912, em Santo Amaro. Na ocasião, ele tinha 22 anos de idade e ela, 25. Ela era filha de João Adão Schmidt e de Maria Neckel. O casal Antônio e Plautilla teve cinco filhos, a saber: Maria, Verônica, Adelaide, João e Evaristo. Com o passar do tempo e a confecção de novos móveis sacros, Antônio Pitz foi se aperfeiçoando cada vez mais na técnica da marcenaria. Fazia altares, bancos, mesas, cadeiras, relógios, armários, cômodas, usando a madeira como principal matéria-prima. Com grande maestria e esmero, trabalhava sem ajuda de equipamentos elétricos, sendo o responsável pela mobília de muitas igrejas na região da Grande Florianópolis. Faleceu em 15 de agosto de 1963, com 77 anos de idade, em Santo Amaro da Imperatriz, cidade onde foi sepultado no cemitério paroquial. Cf. Registro nº 3.544, Folhas 185v, Livro 12C, do Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais, Jurídicas de Santo Amaro da Imperatriz. Infelizmente, suas obras estão dispersas e ainda não foram catalogadas...

[52] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 29. APSAI.

[53] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 71. APSAI.

[54] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 72. APSAI.

[55] II Livro do Tombo (1917-1977), pp. 42-43. APSAI. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 91. APSAI.

[56] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 44v. APSAI.

[57] Cf. I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 107. APSAI.

[58] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 112. APSAI.

[59] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 120. APSAI.

[60] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, pp. 55 e 57. APSAI.

[61] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 123. APSAI.

[62] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 60. APSAI.

[63] FELDMANN, Frei Fidêncio. “A Paróquia de Santo Amaro”. Revista Vida Franciscana, São Paulo, Ano IX, abril de 1950, nº 13, p. 41. APFICB.

[64] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 63. APSAI. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 130. APSAI.

[65] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 75v. APSAI. Cf. também I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, pp. 152 -153. APSAI.

[66] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 77. APSAI.

[67] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 86. APSAI.

[68] I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 181. APSAI.

[69] Cf. Jornal A Nação. Florianópolis, de 22 de outubro de 1966, in: I Livro de Crônicas (1900-1969), da Residência dos Franciscanos, p. 181. APSAI.

[70] II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 94. APSAI. Cf. também II Livro de Crônicas (1969-1999), p. 20. APSAI.

[71] II Livro de Crônicas (1969-1999), da Residência dos Franciscanos, p. 20v. APSAI.

[72] As lajotas foram adquiridas de Nilton Machado e colocadas por Manoel Júlio Pereira e seus operários. Cf. II Livro do Tombo (1917-1977), da Paróquia Santo Amaro, p. 96. APSAI.

[73] Integravam a Comissão Pró-Reforma da Igreja Matriz: Felisberto Besen, Nilta Besen, Manoel Vieira, Nilza Lückmann Vieira, Arlindo Lehmkuhl, Isolete Lehmkuhl, Davi Prim, Marli Prim, José Lino Müller, Judith Ramos Müller, Raulino Rosa, Rita Rosa, João Paulo Broering, Alcione Amélia Broering, José Osni Medeiros, Tereza Julieta Medeiros, Mauri José Hawerroth, Lúcia Vidal Hawerroth, Rogério Broering, Maria Odília Broering, Lidwina Hawerroth Rohling, José Rodolfo Turnes, Maria da Graça Turnes, Avoir Brüggemann, Isalete Brüggemann, José Higino Goulart, Ivone Isabel Goulart, Ivo Zimmermann, Maria Hillesheim Zimmermann, Atair Derner, Terezinha Abreu Derner, Manoel Eugênio Bossle, Edna Maria Bossle, Zulmar Campos, Estela Broering Campos, José Carlos Lückmann, Helena Lückmann, Adair Seemann, Rosilda Rosa Seemann, José Sérgio Grah, Odete Turnes Grah, Maurílio João da Costa, Marlene Costa, Thiago Vidal Lohn, Lourdes Ondina Lohn, Arlindo Rohling, Lidvina Hawerroth Rohling, Reimberto Rosa, Nelzi Terezinha Rosa, Rosendo Rosa, Elvíria Rosa, Genaro Luís Müller, Ana Maria Müller, Guilherme Deucher, Maria Angélica Deucher, João Leonides de Souza, Maria Ruthes de Souza, Luiz Gonzaga Schürhaus, Ângela Maria Schürhaus, Eugênio Prim, Luci Terezinha Prim, João Firmino Alves, Odete Maria Alves, Sérgio César da Silva, Elizabete da Silva, Expedito Martins, Raquel T. S. Martins, Lauri Thiesen, Lúcia V. Thiesen, Jair Andrino da Silva, Maria de Lourdes Miranda da Silva, Aurélio Lindolfo Cândido, Terezinha M. Cândido, João Paulo Hermann, Isabel Cristina Hermann, Luís Carlos Broering, Maria Celina Broering, Luís Gonzaga Garcia, Maria Cecília Garcia, José Carlos Becker, Maria Gorete Becker, Vicente Zenon Farias, Janete Duarte Farias, além dos membros da CAEP: Jair João Lohn, Maria Madalena Lohn, Célio José Ventura, Angélica W. Ventura, Antônio Maciel, Zenir Maciel, Odir Schürhaus, Artur Amaro Abreu, Dalva Abreu, Carlos Derner, Edna Derner, Francisco Martendal e Zilda Martendal. Também muito contribuíram a CAEP, do triênio 1995-1998, composta por: Gilberto João Deucher, Osmarino José Meurer, José Meurer, Marilene Meurer, José Carlos Lückmann, Helena Lückmann, Vilson Alfredo de Freitas, Raulino José da Rosa, Rita da Rosa, Avoir Rogério Brüggemann, Izalete Brüggemann, Vilson Wessler, Maria de Lourdes Wessler, José Hercílio da Silva e Laura Maria da Silva. Livros de Atas da CAEP da Igreja Matriz (1992-2001), pp. 18-18v e 21. APSAI. Pasta Reforma da Matriz – Históricos e Atas, documento não datado. APSAI.

[74] II Livro de Crônicas (1969-1998), da Residência dos Franciscanos, p. 81v. APSAI. Cf. também III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, pp. 38ss. APSAI.

[75] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, p. 39v. APSAI.

[76] II Livro de Crônicas (1969-1998), da Residência dos Franciscanos, p. 483. APSAI. Relação dos benfeitores da reforma da Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz: A.A.J. Construções LTDA., Abílio Brüggemann, Adair Gonzaga da Cunha, Adair Seemann, Adelaide Chaves, Ademar Amâncio Vieira, Ademir Gomes, Ademir Martins e Senhora, Ademir Rachadel, Ademir Voges, Adite Maria Pereira Eller, Afonso Della Rocca, Albertina Ana da Rosa, Alberto Guchort, Alberto Guckert, Alcides Tadeu da Silva, Alcione Eraldo Broering, Aldo José Gomes, Aldo Vidal e Senhora, Alfredo Rohling, Alíbio Brüggemann, Almerinda Martins, Alvacir Derner, Álvaro de Souza Alves, Álvaro Emídio de Souza, Álvaro Emílio de Souza, Amaro A. da Rosa, Amelino Besen, Ana Maria Lehmkuhl, Ana Paula Turnes, André Paulo Lohn, Anésio Campos, Angelina Abreu, Anísio José da Cunha, Anselmo Besen e Família, Antônio Assunção, Antônio F. Rohling e Senhora, Antônio Fraga, Antônio Galdino Nunes, Antônio J. Macedo, Antônio J. Medeiros, Antônio Maciel, Antônio Rogério Maciel, Antônio Vieira, Ari Ademir Coelho, Ari Duarte da Silva, Aristeu Aristides da Silva, Aristides José dos Santos, Arlete H. Goulart, Arlindo Lehmkuhl, Arlindo Rohling e Esposa Lidwina, Artur Maciel, Atair Derner, Augustinho dos Santos, Augusto Eller, Augusto H. (não cita sobrenome), Balbina e Manoel Inocêncio de Souza, Balbina Martins, Bento Oscar Martins, Bento Torcato Martins, Berenice Lückmann Vidal, Maria Bernadete Fuck, Bernadete Lohn, Bernadete V. S. Passig, Bernadina D. E. Voges, Bernardina de Espíndola Voges, Bernardo Kraus, Bertino A. Espíndola, Blásio Rohling, Caibar Lohn da Silva, Cândida Vieira dos Santos, Carlinhos Pedro da Silva, Carlos José Camilo, Carlos José Coelho, Carlos M. Alves Zimmermann, Carrocerias Nielson S/A, Catarina da Silva, Catequese – Dona Geni – Gruta da Varginha, Catequese de Perseverança, Catequista Marlene (não cita o sobrenome), Catequista Terezinha (não cita sobrenome), Catequizandos da Catequista D. Lucí, Catequizandos do 1º ano da 1ª Eucaristia, Cecília da Rosa Hahn, Cecília Goedert Luchtemberg, Cecília Maria Vieira, Célio Grah e Família, Célio José Ventura, Célio Passig, Claudir Henrique de Souza, Codel. Com. e Diesel LTDA., Comunidade da Varginha, Cornélio Lehmkuhl Júnior, Cornélio Meurer, Cristina M. Horstmann, Cristina Martendal Horstmann, Daurí – Festival Sul do Rio, Daurino Machado, Delço Fagundes, Denise Costa, Dilmara Medeiros, Dimas Automóveis, Dionísio Horstmann, Djony Brüggemann, DVA – Veículos S/A, Edegar Carlos Broering, Édio Luiz Machado, Édison Marcos Dias, Edite Nascimento Coelho, Edith Duarte, Edith Martins Cordeiro, Édno Machado, Édson Rech da Rocha, Eduardo Hercílio da Silva, Eduardo Medeiros, Elenita da Rosa, Elísio Steffens, Eliza Meyer, Elizandra Brüggemann, Elizandro Brüggemann, Elizário Turnes, Elizete Assunção e Família, Elvira Justen Thiesen, Emerenciano Nicolau Abreu, Emília Fuck Dias, Emília Maciel Alves, Eni Hahn da Silva, Enia Aparecida Holtterbach, Enísio Amaro Turnes, Ernestina Cunha da Rosa, Eroni Luiz Turnes, Estêvão Vidal da Silva, Eugênio José da Silva, Eugênio Raulino Koerich S/A Com. e Ind., Eurico Rafael Muniz, Evaldo Brüggemann, Evaldo Kreuch, Evaristo A. Ventura, Ewerton M. Gerent, Fabrício Rieg. Viana, Família Cordeiro, Família Fermino João Ávila, Família Ferreira, Família Maria Emília Sommer, Felomena Maria da Cunha Assunção, Fermino João Ávila, Fernanda dos Santos, Filomena M. da Cunha, Filomena M. Guchert, Firmino José Alves, Flávia Fernanda, Francisco Amaro Rech, Francisco Antônio da Rosa, Francisco da Rosa, Francisco de Assis Lehmkuhl, Francisco de Assis Lohn, Francisco Elízio Turnes, Francisco Exterkotter, Francisco Fagundes Fermino, Francisco Fagundes, Francisco José da Rosa, Francisco Lückmann, Gabriel Ventura, Gaspar Abreu, Gelci Becker, Gelci Lino Schürhaus, Genaro Luiz Müller, Geni Marta da Rosa, Geraldina F. Martins, Gerônimo H. (não cita sobrenome), Gil (não cita sobrenome), Gilberto (não cita sobrenome), Gilberto Meyer, Gilmar Schürhaus, Grupo do Rosário Rosa Mística, Grupo Imperatriz de A. A., Grupo Novena Rosa Mística, Grupo Rosa Mística, Grupo Rosário Rosa Mística, Guilherme Júlio Deucher, Guilherme Leopoldo Besen, Heloísa Steffens, Ida Terezinha Machado, Ideraldo Leodete e Daniela Rohling Pfleger, Ignácio Hawerroth e Família, Inácia Martins, Inês A. Turnes, Inete D. Martins, Irma Verônica Gomes, Isabel Cristina Rohling, Isaura Ramos Machado, Ivo Petri, Jaber Knabben, Jackson Jair Lohn, Jaime Cornélio Lehmkuhl, Jaime Turnes, Jair Francisco Schürhaus, Jairo Nunes, Janilce Lehmkuhl, João Antônio de Souza, João Ávila, João Batista Eller, João Batista Hahn, João Batista Lehmkuhl, João Batista Lohn, João D. Meurer, João Domingos Ventura, João Francelino da Silva, João Jacó Lohn, João Joaquim Meurer, João Joaquim Rachadel, João José Lohn, João Lacir Garcia, João Laudelino Schürhaus e Família, João Miguel dos Santos, João Nicolau Turnes, João Paulo Pinho, João Paulo Steffens, João Tadeu Broering, Jocélia Aparecida Martins Voges, Joel José da Silva, Jóice Cândido, Jonas José Broering, Jordino Miranda, José Américo dos Santos, José Apolinário Broering, José Bernardino Machado, José Brasiliano dos Santos, José Carlos Becker, José Carlos Macedo, José dos Passos, José e Odete Grah, José Estêvão da Silva, José Euclides da Silva, José F. Zimmermann, José Francisco Coelho, José Francisco Schürhaus, José Freitas Filho, José Freitas, José G. Macedo, José Gaspar de Abreu, José Gaspar Macedo, José Grah e Esposa, José Hercílio da Silva, José Isaac dos Santos, José Jair Medeiros, José João dos Santos Filho, José Juttel, José Laudelino Schürhaus, José Lino Müller e Senhora, José Luiz Kreuch, José Macedo, José Manoel Espíndola, José Paulino da Rosa, José Paulo da Silva, José Presentino Goulart, José Raulino da Rosa, José Rogério Brüggemann, José Salésio Machado, José Verner Hem, José Voges Júnior, Josefa Freitas, Josiane da Silva, Josinéia da Silva e Janaína, Jucelino Medeiros, Judithe Hahn, Juliana Rosa, Julita Macedo, Julita Maria da Silva, Kamila Hahn, Kátia Prim, Kilar Móveis e Decorações, L. (não cita nome) Valdir (não cita sobrenome), Lais Turnes, Laudelino Beirão, Laudelino da Silva, Laudi João da Silva, Lauro de Souza, Lázio José da Silva, Leandro Antônio (não cita sobrenome), Leandro Besen, Leandro Schwinden, Leoberto Meyer, Leonardo Wilvert e Esposa, Leonita H. de Simas, Leopoldo Osvaldo Santana, Lídia de Souza Loch, Lindolfo Osvaldo Santana, Lourdes A. Schwinden, Lucas Martinho Prim, Luci Damar de Souza, Luciana Otília dos Santos Meurer, Lucindo Antunes, Lucinei Steinbach, Ludolfo Osvaldo Sant’Ana, Luiz Carlos Alves, Luiz Carlos Steffens, Luiz Gonzaga da Silva, Luiz Gonzaga Turnes, Luiz José Justen, Luzia Fagundes, Madereira Flor e Sol (Pedro André Hermes), Malvina Maria Diniz, Manoel Garcia, Manoel Inácio de Souza, Manoel Inocêncio de Souza, Manoel Souza, Marcelino Antônio dos Santos, Márcia Lohn, Márcio Lehmkuhl, Marco Besen, Marcos Antônio Broering, Marcos Antônio Costa, Marcos Rohling, Margarete Luzia Back, Maria Aparecida Alves Chaib, Maria Aparecida C. de Matos, Maria Bernadete Steinbach, Maria Bernadete (não cita sobrenome), Maria Broering Ventura, Maria Catarina da Silva, Maria Catarina Lohn, Maria Celina Broering, Maria Cristina Machado, Maria da Graça Voges, Maria da Silva Ferreira, Maria Dalva S. dos Santos, Maria das Dores da Silva Machado, Maria das Graças Zimmermann, Maria das Graças (não cita sobrenome), Maria das Neves de Freitas, Maria Daura Bittencourt, Maria de Lourdes A. Medeiros, Maria de Lourdes C. Miranda, Maria de Lourdes Horstmann, Maria de Lourdes (não cita sobrenome), Maria Dias, Maria dos Santos Santana, Maria dos Santos, Maria Elfrida Gerent, Maria Emília Farias, Maria Emília Sommer, Maria Francisca de Fraga, Maria Gedi Medeiros, Maria Gonçalves Lisboa, Maria Helena dos Santos, Maria Helena Müller, Maria Helena Schwinden, Maria Laura Büttencourt, Maria Lúcia Farias, Maria M. Campos, Maria Macedo Silva, Maria Mercedes Turnes, Maria Nilta Rachadel, Maria Rech Turnes, Maria Salete da Silva, Maria Tavares Lehmkuhl, Maria Teresinha Rohling, Maria Tereza da Silva Matos, Maria V. Broering, Maria Veríssimo Casasotto, Marinez Salete da Silva, Mário Fidêncio Turnes, Marta Besen, Marta Schraiber Besen, Marta Voges da Silva, Matilde de Souza Machado, Mauri Vieira, Maurílio Campos, Melânia Salete Schmitt, Mercedes Campos, Mercedes Fraga de Campos, Milton G. Macedo, Míriam Turnes, Moacir Pedro Turnes, Monique Becker, Movimento Familiar Cristão, Nagner Narley Mascarenhas, Nair V. Brüggemann, Nazário dos Santos, Nazir Elias, Nelí Antônia de Campos, Nereu José de Abreu, Nicolau Pedro Turnes, Nilson Locatelli, Nilson Voges, Nilta Broering Deucher, Nilton Francisco de Menezes, Nilton Schmitt, Nilva Maria Cristóvão, Norberto Schmidt, Norberto Schmitt, Obenaus Molas e Serv. LTDA., Odete e José Grah, Odete Solano de Souza, Olga Althoff, Olga Broering Medeiros, Olga Freitas Coelho, Olga G. Battistotti, Olga Leonídia Althoff, Olga M. Broering Medeiros, Olga Medeiros, Ondina Martins, Ondina V. Rosar, Operários da Madevi – Madereira Vieira, Osair A. Costa, Osair Pitz e Esposa, Oscar Borges Neto, Osmar José de Souza, Osmar Seemann, Osmarina N. da Silva Muniz, Osni Constant, Osni Guesser, Osni José Constant, Osni José Constante e Família, Osvaldo João Santana, Osvaldo Santana, Osvaldo Scheidt e Maria Scheidt, Pascoal José Farias, Paulina Schmitz, Paulina Tereza Kreuch, Paulo Germano Lehmkuhl, Paulo Hahn Filho, Paulo Valmir Medeiros, Paulo Volni Medeiros, Pedro A. Vintur, Pedro Antônio da Rosa, Pedro Antônio Gerent, Pedro Arnoldo Loch, Pedro Augustinho Bosquette, Pedro Domingos Assunção, Pedro Fermino Alves, Pedro Francisco da Silva, Pedro Gerent, Pedro Joaquim Goulart, Pedro José Goulart, Pedro Otávio Ferreira, Pedro Paulo (não cita sobrenome), Pedro Paulo da Rosa, Pedro Paulo da Silva, Pedro Paulo Hames, Pedro Paulo Machado, Pedro Paulo Voges, Pedro Paulo (não cita sobrenome) e Família, Polidório Ademir Derner, Rainildes Besen, Rangel Francisco Schürhaus, Raul Esser e Esposa, Raulino Degering, Rebolfer – Comércio e Representantes, Renovadora de Pneus Mendes, Ricardo Guilherme Deucher, Róbson Luiz Horstmann, Rodrigo Lückmann, Rogério Broering, Rogério C. Lehmkuhl, Rogério Eliseu Machado, Rogério José da Silva, Rogério Luiz Lehmkuhl, Rogério Nicolau Lohn, Rosa Cardoso, Rosa de Lima Ventura, Rosa Praxedes Hahn, Rosênio José da Rosa, Rosilda Vieira Sommer, Rosita e Manoel Souza, Rúbia Maria Machado, Salésio Joaquim Goulart, Samuel Tadeu da Silva, Santília E. Goulart, Sebastião Ataíde Brüggemann, Sebastião Cornélio Lehmkuhl, Sebastião F. Turnes, Sérgio César da Silva, Sérgio Luiz Menezes, Sílvia Pinho, Sílvio Becker, Sílvio Della Rocca, Stéphani e Karoline Anthoni, Supermercados Imperatriz, Supermercados Sul do Rio LTDA., Tadeu Porto, Tânia dos Santos Becker, Teresinha Thiesen, Tereza Cristina Schmitt, Terezinha Catarina de Souza, Terezinha Hass Cândido, Terezinha Hemsing Schürhaus, Terezinha M. Cunha, Terezinha S. Menezes, Terezinha Zelita da Cunha, Thiago Back, Thiago Nunes, Turma de Catequese do 2º ano, Turma de Catequese do 3º ano, Ulisses Pedro Belmiro, Valdino Justen, Valdir José de Mattos, Valdir Mattos, Valmir João Alves, Valmira Maciel Brüggemann, Valmiré S. Pinho, Valmor e Esposa Jochem, Vanderlei Freitas, Vânia Terezinha Loch Martins, Vera Lúcia Coelho, Vera Lúcia Costa Derner, Vergínia Gomes Pacheco, Verônica Maria dos Santos, Verônica Rohling, Vilma Turnes Schwinden, Vilmar F. Cunha e Maria Luiza, Vilmar Olavo de Souza, Vilson Alfredo de Freitas, Vilza J. da Silva, Vilza Maria Lohn, Vitalina Petrolínia de Souza, Vitor Turnes e Família, Vlademir José Duarte, Waldir José de Matos, Wilson Assunção Becker, Zari José Farias Filho, Zeneide de Souza, Zenite Rocha Porto e Zulma Ferreira da Cunha. Fonte: Livro de Registro do Movimento das Campanhas Pró-Reforma da Igreja Matriz de Santo Amaro da Imperatriz – 1994. APSAI.

[77] II Livro de Crônicas (1969-1998), da Residência dos Franciscanos, pp. 82v e 83. APSAI.

[78] II Livro de Crônicas (1969-1998), da Residência dos Franciscanos, p. 83. APSAI.

[79] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, p. 39v. APSAI.

[80] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, p. 43. APSAI.

[81] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, p. 46v. APSAI.

[82] Apesar do texto citar que os quadros da via-sacra foram restaurados, o correto seria afirmar que somente a moldura dos mesmos foram restaurados. Depois da citada restauração, as antigas estampas remetendo as estações da via-sacra foram substituídas por esculturas em alto relevo, obra do escultor Conrado Moser, de Treze Tílias, SC. Ressaltamos que, em 30 de março de 1912, a Cúria Metropolitana passa provisão de ereção da via-sacra da Igreja Matriz de Santo Amaro, a favor do Pe. Frei Meinrado Pierre. Cf. Provisões (1908-1918), p. 31v, nº 287. AHESC. Talvez as antigas estampas da via-sacra sejam as acima referidas e que estavam em Santo Amaro desde 1912. Hoje, delas, não se sabe o paradeiro.

[83] Trata-se do sino “Nossa Senhora Aparecida” que veio somar aos dois já existentes desde 1902, um de grande e outro de pequeno porte, os quais foram denominados, respectivamente, de “São Francisco e Santo Amaro” e “Santo Arcanjo”. Infelizmente a documentação por nós consultada não cita o peso e a respectiva tonalidade do som do sino “Nossa Senhora Aparecida”. Cf. I Livro do Tombo (1895-1917), da Paróquia Santo Amaro, pp. 39 e 42. APSAI.

[84] Obra do escultor Conrado Moser, de Treze Tílias, SC. Doação da Família de Vilza Maria Lohn (Imagem de Cristo Crucificado).

[85] Obra do escultor Conrado Moser, de Treze Tílias, SC. Doação da Família de Aurélio Lindolfo Cândido (Imagem de Nossa Senhora).

[86] Obra do escultor Conrado Moser, de Treze Tílias, SC. Doação da Família Davi Prim (Imagem de São João Apóstolo).

[87] Obra do escultor Conrado Moser, de Treze Tílias, SC. Doação da Família Arlindo Lehmkuhl (Imagem do Divino Espírito Santo).

[88] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, pp. 48-50. APSAI. Consignaram seus nomes na reforma da Igreja Matriz: Projeto Artístico e Arquitetônico – Lorenz Johannes Hailmair, Gerhardt Yurk e Günter H. H. Korczarski; pedreiros carpinteiros – Celso Felisbino (mestre de obras), João Batista Felisbino, Bernardo Silva, Rogério José da Silva, Orlindo Hinkel, Ademir A. Loof e José Sérgio Grah; Marceneiros – Jonas Tadeu Lohn e Irmãos; Restauração do Púlpito – Ari José Batista; Engenheiro Elétrico – Gabriel João Luciano; Execução da Rede Elétrica – Marcelo José da Silva e Dauri da Silva Júnior; Vitrais e Mosaicos Vitralis – Lorenz Johannes Hailmair; Vidros – Vitrage – CW Comércio de Vidros Ltda; Lustres e Castiçais – Günter H. H. Korczorski; Funilaria – Nelson Hoffmann; Telhas – Olaria Schütz – Arte Oleira Ltda.; Calhas – Funilaria Alfredense – Nelson Hoffmann; Pintura – Tintas e Tintas Com. de Tintas Ltda.; Pintura Artística – Valmir Tomasine e Gilberto Tomasine; Restauração do Relógio – Guido Teobaldo Schwertnes; Fornecedor do Granito – Valmir Luiz dos Santos, Marmoraria Santos Ltda.; Granilha – Arquiplast – Tintas e Revestimentos Ltda.; Pedras Decorativas – Prima Pedras Decorativas Ltda.; Serviço de Som – Di-Som Produtos Eletrônicos Ltda; Esculturas – Conrado Moser, de Treze Tílias, SC; Instalação dos Sinos – Electro Aço Altona S/A, Rubens Gütz; Ferragens dos Vitrais – J. R. Metalúrgica e Serralheria; Fechaduras e Dobradiças – Ferraria Artística, Blumenau; Bancos e Armários: Jonas Lohn; Material de Construção – Imperatriz Material de Construção, Davi Prim; Mão de obra – voluntários em sistema de mutirão. Cf. III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, pp. 50 e 50v. Pasta: Reforma da Matriz – Históricos e Atas, documento avulso. APSAI.

[89] II Livro de Crônicas (1969-1999), da Residência dos Franciscanos, p. 94 e 94v. APSAI. Foram paraninfos da Inauguração da Reforma e Dedicação da Igreja Matriz: Arlindo e Olindina Goulart, Expedito e Raquel Martins, José e Ivone Goulart, João e Alcione Broering, Lúcio e Maria de Fátima Matos, Davi e Marli Prim, Lauri e Lúcia Thiesen, Mauri e Marli Hawerroth, José e Maria das Graças Matos. Cf. Livros de Atas da CAEP da Igreja Matriz (1992-2001), p. 30. APSAI. No dia da inauguração da reforma foi descerrada uma placa comemorativa nas imediações da porta principal da Igreja Matriz com os seguintes dizeres: “IGREJA MATRIZ DE SANTO AMARO, HOMENAGEM DE GRATIDÃO: A Deus Pai, Filho e Espírito Santo; A Nossa Senhora Aparecida; Ao Padroeiro Santo Amaro; Ao Exmo. e Revmo. Sr. Arcebispo Metropolitano, Dom Eusébio Oscar Scheid; À Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil; À Comissão Pró-Reforma e ao CAEP; A todos os Benfeitores e Benfeitoras; À Equipe da Reconstrução e Mão-de-Obra. Aos Benfeitores e Patrocinadores Especiais. PROJETO ARTÍSTICO E ARQUITETÔNICO: Lorenz Johannes Hailmair, Gerhard Yurk (In Memoriam) e Günter H. H. Korcxorski. VITRAIS ARTÍSTICOS: Joaquim Antônio Goulart (São Mateus), Família de Maurílio João da Costa (São Marcos), Família Herondina Rosa (São Lucas), Comissão Pró-Reforma (São João). ESCULTURAS, ALTAR E SACRÁRIO: Família Arlindo Lehmkuhl (Imagem do Divino Espírito Santo), Família de Vilza Maria Lohn (Imagem de Cristo Crucificado), Família de Aurélio Lindolfo Cândido (Imagem de Nossa Senhora), Família Davi Prim (Imagem de São João), Família de José Sérgio Grah (Sacrário), Comunidade Paroquial (Altar-Mor). PATROCINADORES DOS BANCOS: Arlindo Antônio Goulart, André Nicolau Coelho, Elísio Steffens, Afonso Della Rocca Filho (In Memoriam), Vilsa Maria Lohn, José e Leopoldina Gerent (In Memoriam), Família Fidêncio Besen, Família José Guilherme Hüntemann, Ordem Franciscana Secular, Família José Apolinário Broering, Família Paulo René Schürhaus, Família Maria das Neves Freitas, Olga Maria Broering Medeiros, Inês Turnes, Apostolado da Oração, Família Anselmo Besen, Família Lucas Martinho Prim, Evaldo e Valmira Maciel Brüggemann, Adelmo de Souza, Família Deucher, Manoel e Nilsa Vieira, Família Antônio Francisco Rohling, Família Rogério Carlos da Rosa, Inês Martendal Turnes, José Machado e Família, Bernadete Abreu Ferreira, Angelino Abreu, Família Lúcia Pierini de Matos, José Francisco e Ondina L. Garcia, Família Artur Amaro Abreu, Estefano Koerich e Família, Família Atair Derner, Família Lauri Thiesen, Janete Farias, Família Leonardo Wilvert, Doador Anônimo, Orlando A. Brüggemann, Doador Anônimo, Família Hahn, Doador Anônimo, Ordem Franciscana Secular, Doador Anônimo, Ordem Franciscana Secular, Doador Anônimo, Valtinho Broering (In Memoriam), Doador Anônimo, Vilma de Souza, Doador Anônimo, Cristina Martendal Horstmann, Doador Anônimo. PATROCINADORES DAS CRUZES DA CONSAGRAÇÃO E CASTIÇAIS: Irmãs Escolares, Maria de Lourdes Horstmann, Maria Helena Müller, Anselmo Bosquete, Convento Espírito Santo, Marcelo Andrey e Fábio Goulart, Convento Espírito Santo, Olga Broering Medeiros, Ademir Martins, Apostolado da Oração, Norberto Schmidt, Isidoro Turnes, Janete Farias, Movimento de Cursilho, Família Albino Hawerroth, Luiz Carlos de Souza, Arlindo e Lidwina H. Rohling, Alcioli Maria dos Passos”.

[90] Informativo “Comunicações” da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, São Paulo, Ano XLV, janeiro de 1997, p. 11. APFICB.

[91] III Livro do Tombo (1978-......), da Paróquia Santo Amaro, pp. 51 a 52. APSAI.

[92] II Livro de Crônicas (1969-1999), da Residência dos Franciscanos, p. 96v. APSAI.

[93] III Livro do Tombo (1978-.....), da Paróquia Santo Amaro, pp. 52v a 53v. APSAI.

[94] Relação dos patrocinadores da imagem de Santo Amaro: Adelmo Macedo, Álvaro Boeing, Antônio Manoel Martins, Antônio Martins, Arlindo Lehmkuhl, Artur Philipe Abreu, Avoir Brüggemann, Isalete Brüggemann, Bebidas Macedo, Carlos Vidal Lohn, Casa & Bicicletas, Célio Ventura, D’Sports Artigos Esportivos, Dagoberto da Silva, Dorvalino Motos, Edésio Justen, Elmar Thiesen, Expedito Martins, Estrela de Ouro, Fábio Goulart, Fátima Lohn, Francisco Prim, Gelsinéia P. Souza, Geovani M. Campos, Guido Becker, Guido Lenfers, Guilherme Deucher, Heriberto Becker, Ilson Martins, Jair Andrino da Silva, Jair e Madalena Lohn, João Ademir Vieira, João Batista Eller, João Becker, João Bittencourt, Jonas de Matos, Jorge M. Pinho, Jorge Paulino de Souza, José Carlos Lückmann, José Cláudio KlöppeI, José F. Zimmermann, José Hercílio da Silva, José Izaque da Silva, José Osni Medeiros, Tereza Medeiros, Josnesi João Francisco, Leandro Machado, Leopoldo Brüggemann, Luciano Zimmermann, Lúcio Joaquim Eller, Luiz Broering, Manoel Vieira, Marcelo Goulart, Márcio Pfleger, Márcio Schwinden, Maria de Lourdes da Silva, Maria Klöppel Miranda, Material Construção Elmo, Maurílio J. da Costa, Míriam Thiesen, Nelson Isidoro da Silva, Odir José de Souza, Oficina Paulinho, Oficina Mattos, Ordival Costa, Paulo Rogério Martins, Paulo Schürhaus, Posto Imperatriz – Rui Schauffler, Renato Besen, Laurete Besen, Rodrigo Brüggemann, Rogério Broering, Sandro Carlos Vidal, Saulo Becker, Sebastião Turnes, Sebastião Vieira, Sérgio César da Silva, Sérgio Hüntemann, Supermercados Imperatriz, Supermercados Rosa, Tadeu Cordeiro, Terezinha Besen, Terezinha Derner, Vilsa Maria Lohn, Vinicius Pfleger, Wanderlei Donizete da Silva e Wilson Wessler.

[95] Cf. Jornal Vitrine Popular. Santo Amaro da Imperatriz, Ano II, nº 76, de 15 a 21 de outubro de 2004, pp. 5 e 13. AA.

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